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Luto infantil _ Perda de animal

Post publicado no Bossa Mãe em 23/02/2018

“Então eu sou convidada para escrever mensalmente pro Bossa Mãe e o segundo tema que abordo é luto infantil? Sim. É. Mas por que não falar de algo mais fofinho, um tema mais leve? Porque essa sou eu. Eu gosto de “chegar chegando”! E também porque não dá pra gente continuar fingindo que as crianças não vivenciam perdas desde muito pequenas. Não dá pra cair na fantasia de que podemos protegê-las de tudo – muito menos da morte.

Eu sei… é forte, né? Mas quando tomamos consciência disso, conseguimos ficar ainda mais próximos dos pequenos. Isso porque, quando fingimos que a finitude não atinge as crianças, isso é sentido como abandono, pois elas ficam vivenciando sentimentos tão dolorosos, sozinhas. Então, essa é uma oportunidade pra você se reconectar com seu filho, estar realmente ao seu lado, validando suas emoções – por mais dolorosas que sejam!

Engana-se quem pensa que os pequenos nunca ouviram falar de morte.

O pai de Simba, no filme O Rei Leão, morreu. O peixinho Nemo perde sua mãe no início da história. As princesas Bela, a Jasmine e a Ariel não tem mais a mãe. Na vida real, a morte de um animal de estimação é, com frequência, a primeira grande perda que a criança passa na vida.

Não devemos poupar as crianças pensando em protegê-las ou acreditando que elas são muito pequenas para compreender. Os adultos são os responsáveis por explicar que a morte faz parte do ciclo natural da vida. Sempre com uma linguagem adequada à idade do pequeno. Até os sete anos, aproximadamente, a criança não entende a noção de morte como algo definitivo e irreversível. Mas, mesmo assim, é necessário ser sincero com ela, dizer sempre a verdade. Isso é essencial pois, mesmo muito pequena, a criança é capaz de perceber os pais tristes e a mudança do clima em casa – ela nota que algo aconteceu. (…)”

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