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Dia Mundial do Coração - De olho no coração do bebê

out 02

Dia do Coração alerta para diagnóstico de cardiopatia em bebês
Cardiopatias são comuns em recém-nascidos, mas a falta de diagnóstico pode levar à morte

A advogada Giseli Davoglio tinha 31 anos e estava grávida do seu primeiro filho, na segunda tentativa… A alegria foi abalada na 22ª semana de gestação, durante o ultrassom morfológico do pré-natal. “A médica detectou uma malformação no coração do feto. Ela nos encaminhou para realizar o exame ecofetal, que identificou a doença do bebê”. O pequeno Lucas tinha hipoplasia das cavidades esquerdas, um problema grave em que o lado esquerdo do coração é pouco desenvolvido. O bebê precisaria ser operado logo após o nascimento, correndo risco de morrer, caso não tivesse tratamento correto no tempo certo. Foi assim que, com apenas seis dias de vida, passou pela cirurgia Norwood.

“Programamos todos os procedimentos no mesmo hospital, para não perdermos tempo. Os médicos nos deram rapidamente a solução e o acompanhamento constante, então ficamos tranquilos. Nos explicaram os preparativos para o pré e o pós-operatório e tivemos todas as informações necessárias”. Agora o bebê, que está há 25 dias na UTI cardíaca da Perinatal, aguarda alta.

teste-coracaozinho

Diferentemente de Giseli, muitos pais não têm as mesmas informações quando o seu bebê tem uma cardiopatia congênita, mesmo sendo essas malformações mais comuns entre recém-nascidos e a segunda maior causa de morte em crianças de até um ano, respondendo por 39,4% dos óbitos – de acordo com especialistas. Por essa razão, o Dia Mundial do Coração, que foi comemorado quinta-feira, 29, é necessário para a conscientização do problema.

Estudos apontam que um a cada cem bebês nasce com o problema, porém mais de 30% deles receberão alta das maternidades sem diagnóstico. “Muitos deles chegarão ao hospital já em estado grave de saúde e correm risco de morrer ou terem várias lesões e sequelas”, explica a Dra. Sandra Pereira, gerente do Serviço de Cirurgia Cardíaca Pediátrica da Perinatal.

“Malformação cardíaca é tão comum quanto a Síndrome de Down, mas pouco se fala a respeito. Inclusive, crianças com a síndrome têm 30% mais chance de apresentarem doença do coração”, explica a médica.

Dados do Ministério da Saúde apontam ainda que 25% dos casos de cardiopatia congênita são graves e necessitam de intervenção logo no primeiro ano de vida. “Não se opera nem 40% das crianças que precisam, principalmente em regiões do interior e no nordeste”, afirma Dra. Sandra. A doença mais comum é a Comunicação interventricular (CIV), em que há uma comunicação unindo o ventrículo esquerdo com ventrículo direito, demandando cirurgia.

Não há forma de prevenção para cardiopatia congênita, mas, quanto mais rápido o diagnóstico, maiores as chances de o bebê sobreviver. Em muitos casos é possível descobrir ainda no feto, na 18ª semana de gravidez, através da ecocardiografia fetal, um exame de ultrassom do coração, se o bebê terá ou não complicações, o mesmo que Giseli fez. Ao nascer, o teste do coraçãozinho, obrigatório em todos os hospitais do Rio de Janeiro e no SUS, também serve para identificar alguma alteração.

Caso o bebê já tenha ido para casa, é possível perceber alguns sintomas que necessitam de análise médica. “A mãe pode verificar se a criança fica muito cansada, respira com dificuldade, fica pálida, sua, cansa nas mamadas, fica roxinha…”, orienta a médica da Perinatal.

Hipoplasia das cavidades esquerdas necessita de cirurgia de alta complexidade

O bebê de Giseli, que possui hipoplasia de cavidades esquerdas, precisa de uma atenção ainda maior. A cirurgia Norwood, necessária para corrigir a malformação, é realizada em poucos hospitais do Brasil. No estado do Rio de Janeiro, apenas a Perinatal realiza operações dessa complexidade. Nesse procedimento, os bebês são cuidados por até 11 profissionais e acompanhados por mais cinco no pós-operatório. A cirurgia pode durar de 5h às 12h, declara Dr Jefferson Magalhães, o cirurgião- chefe da equipe.

 

(…)

Passado o susto, Giseli agora planeja receber os tios e padrinhos do Lucas para uma festa de boas vindas, assim que sair do hospital. Ansiosos, eles sempre pedem vídeos e imagens do bebê para a mãe. “É o nosso primeiro filho. A gente mora aqui no Rio, mas viemos do Sul do país, então a família está toda esperando ele chegar em casa para pegar o avião e vir nos visitar para conhece-lo”, conta ela, que planeja ter mais um ou dois filhos nos próximos anos. “Não nos assustou não”, brinca. Agora o coração bate mais forte, de emoção.

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Material enviado pela Assessoria de Imprensa do Grupo Perinatal

Depressão Pós-Parto não é frescura!

set 28

“Eu tive um parto normal lindo, maravilhoso, mas ninguém me falou que eu precisava me preparar para o pós-parto. Eu tinha uma ideia de maternidade romântica e isso destrói a vida da mulher. Ninguém é perfeito e nem tem que ser, mas só fui descobrir isso depois. Minha primeira decepção foi com a amamentação, pois não tive acesso a informações de qualidade. Meu filho não engordou durante os dois primeiros meses de vida, mesmo eu tendo muito leite. Ele mamava, mas não ganhava peso. Eu me obrigava a continuar tentando dar o peito, porque não queria que ele tomasse fórmula. Fiz de tudo, mas não funcionava, então, eu me sentia muito mal.

Mother In Nursery Suffering From Post Natal Depression

Todo mundo começou a dar pitacos, mas ninguém me ajudou a procurar um especialista. Em encontros de família, as pessoas diziam: ‘Larga de frescura, por que você está chorando? Vai fazer uma caminhada que isso passa’ ou ‘Seu leite é fraco, dá logo a mamadeira, seu filho está muito magro’. As pessoas acham que só o jeito delas é o correto e, se alguém faz diferente, está errado. Eu respondia, mas ficava muito triste.

Minha defesa foi me fechar para as pessoas. Comecei a me distanciar, ficava só em casa, não saía do sofá. Só o meu marido ficou ao meu lado. Ninguém vinha ver se estava tudo bem, se eu precisava de ajuda. Minha mãe trazia comida e saía correndo, porque eu estava muito brava. Acabei dando o leite de lata para o meu filho e ele começou a engordar. Ele mamava e eu comia para compensar a minha ansiedade – engordei 17 quilos após o nascimento dele. Estava com depressão pós-parto e não sabia. Voltei ao mercado de trabalho quando o Ryu tinha 8 meses.

No novo emprego, conheci uma pessoa que percebeu que eu não estava bem e me indicou um profissional. Já na primeira consulta, ele identificou que eu estava com depressão e receitou remédio para melhorar. A medicação ajudou muito, mas hoje não preciso mais dela. Só continuo com a terapia. Tardiamente, descobri que meu bebê não engordava com o peito porque a maneira como ele mamava estava errada. Ele não conseguia extrair o leite de forma eficiente e uma fonoaudióloga possivelmente teria nos ajudado nos primeiros meses. Mas eu não desisti do leite materno e amamento até hoje. O que eu aprendi com tudo isso foi não julgar, porque o que é bom para mim pode não ser bom para outra pessoa.”


Depoimento dado à Maria Clara Vieira, da Crescer

Endometriose: uma das principais razões da infertilidade feminina

set 25

Cólica crônica e dificuldade para engravidar são alguns dos sintomas de uma patologia que atinge de adolescentes a mulheres adultas: a endometriose. Suas causas não são muito claras e o tratamento varia em cada caso, mas somente seu nome já causa desconforto, pois a doença é considerada uma das principais razões da infertilidade feminina, atingindo de 10 a 15% das mulheres em idade fértil.

A endometriose é uma doença com uma diversidade clínica enorme, tanto que ao longo dos anos vem ganhando importância cada vez maior por interferir diretamente com a qualidade de vida de uma jovem saudável, além de ser importante causa de infertilidade. Estudos com grupos específicos de mulheres com dor pélvica ou com dificuldade para engravidar mostraram que a prevalência da endometriose beira os 40%.

Partindo do princípio que uma mulher vai ao ginecologista regularmente, sabe que tem endometriose e quer engravidar, é necessário acompanhar a evolução da doença de perto. “As avaliações clínicas e os exames complementares pertinentes são individualizados, dependendo da gravidade da doença e da dificuldade ou não para engravidar espontaneamente. Ou seja, serão adequadas caso a caso”, explica Dr. Diogo Rosa, um dos coordenadores do setor de endoscopia ginecológica do Grupo Perinatal.

Abaixo, Dr. Diogo Rosa responde a algumas perguntas sobre a relação entre endometriose e infertilidade:

1. O que é a endometriose?
– Nada mais é que uma condição na qual o endométrio, mucosa que reveste a parede interna do útero, cresce em outras regiões do corpo. E essa formação de tecido sobressalente, normalmente, aparece nos ovários, intestino, no reto, na bexiga e na membrana que reveste a pélvis, embora possa aparecer em outros órgãos.

2. Há sintomas? Como posso saber se tenho?
- Pode se manifestar com muita dor ou se apresentar de forma silenciosa, portanto o diagnóstico é feito com base na história clínica da paciente, correlacionado ao exame físico e ginecológico. Como os sinais da doença podem passar despercebidos, mascarando a gravidade da lesão, é importante ir ao médico regularmente. O diagnóstico de certeza da endometriose só é feito através da biópsia da lesão encontrada, o qual é, geralmente, feito através de um procedimento cirúrgico. Não existe prevenção para a endometriose.

3. O que uma mulher com endometriose deve fazer se quiser engravidar?
- Por ser uma causa possível de infertilidade, a mulher sabidamente portadora de endometriose deve fazer acompanhamento com o seu ginecologista para avaliar a evolução da doença. As avaliações clínicas e os exames complementares pertinentes serão individualizados, dependendo da gravidade da doença e da dificuldade ou não para engravidar espontaneamente. Ou seja, serão adequadas caso a caso.

4. O uso desses métodos contraceptivos, como pílulas e DIU, influencia nesse processo?
- Sim. Essas substâncias podem servir como tratamento da endometriose. O controle clínico da doença é feito através do uso de terapia hormonal. Existem diversas opções para este tipo de terapia, através de pílulas a base de progesterona isolada, terapia hormonal combinada (anticoncepcionais), medicações injetáveis e em casos específicos até o DIU medicado com progesterona.

5. Quais os tipos de tratamento?
- A escolha do tipo de tratamento a ser utilizado depende de vários fatores, mas pode ser feito clinicamente, à base de hormônios, ou com intervenção cirúrgica, em casos específicos, para a retirada de focos da doença. Existem diversas opções para o controle clínico hormonal. Pode-se utilizar progesterona isoladamente ou terapia hormonal combinada, como os contraceptivos orais. Usam-se também medicações hormonais injetáveis e, em casos específicos, um dispositivo intrauterino (DIU) à base de progesterona.

6. Qual a rotina dessa mulher que deseja engravidar?
- Levando em consideração que o tratamento deve ser individualizado, a paciente que deseja engravidar deve seguir uma rotina de avaliação periódica com o ginecologista. O intuito é avaliar a evolução da doença, uma vez que a endometriose pode interferir negativamente na fertilidade, tanto pela possibilidade da doença levar a alterações na anatomia do sistema reprodutor feminino (trompas e ovários), como também pela ocorrência, em alguns casos, de alterações imunológicas causadas pelo processo inflamatório crônico, advindo da doença. Assim, a rotina de uma paciente que deseja engravidar deve estar pautada em uma boa relação médico-paciente, para que se possa fazer o melhor acompanhamento da evolução da doença, com exames periódicos pertinentes.

7. A questão da idade influencia no tratamento?
- Podemos analisar esta questão, subdividindo-a em dois aspectos: o tratamento da endometriose em uma paciente que quer engravidar e o tratamento evolutivo da endometriose fora da perspectiva de uma gestação. Na paciente jovem que quer engravidar o tratamento deve ser precoce e, em alguns casos, a conduta tende a ser mais intervencionista objetivando o sucesso da gravidez. No segundo caso, deve-se levar em conta que a endometriose é uma doença da mulher que menstrua, doença do período fértil, com influência hormonal. Sabe-se que na menopausa os sintomas tendem a atenuar-se bastante ou até mesmo a desaparecer. Deste modo, quanto mais próximo ao período da menopausa, mais conservador tende a ser o tratamento, procurando poupar ao máximo a mulher de um procedimento cirúrgico.

8. Quando deve acontecer uma intervenção cirúrgica?
- A cirurgia é uma das opções de tratamento, que não deve ser generalizado. Cada caso deve ser avaliado individualmente e a decisão sobre a melhor proposta terapêutica será tomada em conjunto, médico e paciente, após avaliarem todas as opções disponíveis. A escolha deve levar em conta o objetivo principal da paciente, que pode ser: melhora da dor, tratamento de infertilidade ou evitar progressão da doença para órgãos próximos, como intestino e vias urinárias.

A decisão sobre a melhor forma de tratamento deve ser discutida com um especialista, bem como o acompanhamento do caso, de forma a amenizar os males que a doença possa causar. Para o Dr. Diogo, o que tem de positivo nisso tudo é que houve um avanço considerável na investigação e no tratamento da endometriose. “O que proporciona bem estar às pacientes, possibilitando em inúmeros casos que as mulheres com dificuldade de engravidar possam constituir suas famílias”, comenta.


Material enviado pela assessoria do Grupo Perinatal.

Responder com sensibilidade

set 21

“Responder com sensibilidade” é um dos oito princípios da Criação com Apego. Durante a infância, você pega o seu bebê quando ele chora. Você satisfaz suas necessidades físicas e passa a maior parte do seu tempo segurando o bebê bem perto. Essa proximidade física ajuda a desenvolver e reforçar a ligação emocional entre vocês.

O aspecto mais desafiador dessa filosofia começa quando o seu filho cresce um pouco, já não é mais um bebê, e passa a exibir comportamentos um pouco “problemáticos”. Nessa fase, você está para além de atender apenas as necessidades biológicas do seu filho. Crianças têm uma longa lista de coisas que simplesmente querem, sem razão aparente. E se elas não conseguem, você vai ouvir sobre isso. Como pai/mãe, é difícil de ser compreensivo quando você vê seu filho se acabar em lágrimas pelo que parece ser completamente sem sentido. No entanto, esta é exatamente a hora de demonstrar o quão sensível você pode ser.

carinho

Reconhecer a emoção
O que parece irracional para você é uma emoção verdadeira para seu filho, e ela vai se manifestar naqueles comportamentos que fazem qualquer pai perder a calma. Estas são as suas primeiras experiências com sentimentos de raiva, frustração e tristeza. É importante nomear esses sentimentos de seu filho, o ajudando a reconhecer suas emoções. Por exemplo, seu filho está chorando e reclamando porque você não está conseguindo entender o que ele está tentando comunicar. Você pode dizer “Eu sei que você está frustrado porque eu não estou te entendendo. Você pode tentar respirar um pouco e me explicar novamente?” ou então, “Eu sei que você está bravo porque eu não deixei você subir nos móveis, mas eu não posso permitir que você se machuque.”

Seja paciente para ensinar paciência
As crianças gostam de imitar os adultos. Você é o centro do universo do seu filho, e o modelo pelo qual a criança aprende a interagir com o mundo. Como seu filho pode aprender a ser paciente se você não mostrar para ele como é ser paciente? Quando seu filho tem um mau comportamento é muito fácil você perder o controle. É muito difícil manter a calma e o tom de voz baixo. A idéia é modelar um comportamento calmo para o seu filho imitar, em vez de entrar em um concurso de quem pode falar mais alto ou ser mais insensível!

Ao demonstrar que você é sensível aos sentimentos de seu filho e ao seu comportamento, você está mostrando a ele como ser compreensivo com os outros. Você está ensinando sobre paciência, compaixão, e como resolver problemas. Mais importante ainda, você está ajudando a promover uma relação baseada em confiança e compreensão.

(Baseado no artigo, em inglês, How to Parent with Sensitivity, de Brittany Ferrell)

O poder do olfato no desenvolvimento do bebê

set 18

Como o tato, o olfato tem um papel importante no desenvolvimento saudável do bebê. As sensações de segurança, felicidade e tranquilidade criadas pelo toque são reforçadas ainda mais quando você usa produtos que ampliam a experiência da massagem por meio do olfato.

Aromas agradáveis e conhecidos, como já comprovado, melhoram o humor, a calma e a atenção do bebê, e o cheiro da mamãe pode ajudar a reduzir o choro.

(…)

dormir

Aromas: o segredo das lembranças duradouras

Lembranças evocadas pelo cheiro são mais emotivas e prazerosas do que aquelas estimuladas por outros sentidos. A habilidade de cheirar e as associações relacionadas pelos odores começam logo cedo. Recém-nascidos usam seu olfato, mais do que qualquer outro sentido, para se familiarizar com seu próprio mundo. Na verdade, é nesse momento que o laço com seu pequeno se estreita – bebês são capazes de reconhecer suas mães utilizando apenas seu olfato.

Ainda nas primeiras semanas de vida, o cérebro do seu bebê começa a associar as experiências entre emoções e aromas. Odores prazerosos, quando combinados com toques de carinho, podem criar memórias duradouras.

Por que o olfato evoca mais memórias do que qualquer outro sentido?

Por que uma fragrância é mais do que apenas um aroma agradável? Tem tudo a ver com a composição do cérebro.

Quando vemos ou ouvimos algo, os sinais são enviados ao tálamo, uma parte cerebral que age como um porteiro, antes que esses sinais sejam processados. Mas quando sentimos um cheiro os sinais são transmitidos diretamente para a área do cérebro responsável por processar os odores – chamada bulbo olfativo.

A área de processamento está conectada pelo caminho olfativo para a parte do cérebro responsável pelas nossas emoções, conhecida como a amígdala, e pela nossa memória, conhecida como hipocampo e córtex entorrinal. Como resultado, o olfato ativa essas regiões de forma mais rápida e é o gatilho para lembranças mais vibrantes emocionalmente do que os outros sentidos.

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Fonte: JOHNSON’S® baby

Cérebro muda durante a gravidez

set 14

Que seu corpo está passando por um monte de transformações rapidamente, com certeza é fácil notar. Mas sua cabeça, além de passar por mudanças psicológicas, também sofre alterações biológicas e hormonais.

Alguns estudos e teorias falam em Circuito Maternal: quando a mulher está grávida, haveria uma ativação de estruturas relacionadas a comportamentos maternais. Nas grávidas, existe uma atenuação do eixo hipotálamo, hipófise e adrenal, conhecido como eixo do estresse, que é uma resposta natural do organismo.

Pai-Filho Maternidade no divã

© moodboard/Corbis

Isso aumenta a quantidade de alguns hormônios que já eram produzidos pelo corpo, mas agora estão sendo fabricados em maior quantidade. Toda grávida é uma bomba de hormônios!

Você também já deve ter ouvido coisas a respeito do tamanho do cérebro aumentar ou diminuir durante a gestação, ou sobre uma possível alteração na quantidade de líquido na cabeça da grávida. A sabedoria popular desperta a curiosidade, mas sobre isso há controvérsias e nenhuma conclusão médica definitiva. O que sabemos é que não existem mudanças funcionais envolvidas nestas questões.

Onde eu deixei minha concentração?
É comum muitas grávidas reclamarem que se sentem mais distraídas, esquecidas e com a memória fraca durante a gestação. Mas será que isso tem fundamento científico? Segundo o Dr. Álvaro Pentagna, neurologista do Hospital e Maternidade São Luiz e pai de Helena e Paulo, sim, existem fatores biológicos que contribuem para que isso aconteça.

(Leia aqui a matéria completa na Pais & Filhos)