DIA MUNDIAL DA DIABETES – 14 DE NOVEMBRO
nov 14
Diagnóstico precoce e hábitos saudáveis são os principais aliados contra a doença

Hoje comemora-se o Dia Mundial da Diabetes - data criada para chamar a atenção da sociedade para essa doença que é uma das principais causas de morte cardiovascular.
Um exame simples realizado em laboratório de análises clinica para medir o nível de glicose no sangue, chamada glicemia (aleatória ou de jejum), é uma das mais importantes armas para diagnosticar o Diabetes Mellitus. O teste da glicemia capilar, feito a partir de uma gota de sangue tirada da ponta do dedo, é um procedimento ainda mais simples e permite medir instantaneamente o nível de glicose no sangue.
Diabetes é uma doença crônica, que não tem cura, mas que pode ser controlada por meio de medicamentos, alimentação balanceada e atividade física. Por isso, o acompanhamento médico e a realização de exames periódicos – principalmente para quem tem histórico familiar da doença ou apresenta excesso de peso - são fundamentais para um diagnóstico precoce e tratamento adequado desde o início, visando à prevenção das complicações.
Não controlado e em estado avançado, Diabetes pode levar à cegueira, acidente vascular cerebral (AVC), infarto do miocárdio, insuficiência renal e à amputação. Os adultos com diabetes têm risco de morte 1,5 vez maior que os demais na mesma faixa etária.
“A prevenção é fundamental”, diz Vivian Estefan, endocrinologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos. Segundo ela, além do risco de morte provocado pela doença, o seu impacto na qualidade de vida dos pacientes é enorme em função de todas as possíveis complicações.
Existem 2 tipos de diabetes:
Tipo 1, que aparece normalmente na infância ou adolescência, em função de uma falha do sistema imunológico, que passa a entender a insulina como uma ameaça ao organismo e destrói as células que produzem o hormônio, originando uma deficiência total deste.
Tipo 2 (que corresponde a cerca de 90% dos casos), também chamado de familiar ou hereditário, aparece em geral após os 40 anos, em decorrência de obesidade, da falta de hábitos saudáveis de alimentação e sedentarismo. Neste caso, a produção de insulina encontra-se aumentada, porém existe uma resistência do organismo à sua ação.
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Fonte: Assessoria do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos.



