As feridas do pai ausente
abr 20
Artigo do site A Mente é Maravilhosa
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Falar de família às vezes cutuca certas feridas, frustrações e pequenos rancores. De fato, poderíamos dizer sem sombra de dúvida que uma das figuras mais complexas e que surgem com maior frequência é a do “pai ausente”.
“O pai ausente não é só o vazio físico de uma figura que não tivemos; às vezes, é também alguém que “mesmo estando” não soube ou não quis exercer o seu papel. É uma ausência psicológica capaz de criar em uma criança diversas feridas emocionais.” A Mente é Maravilhosa
É muito possível que esta situação lhe seja conhecida. Que você a tenha vivido na própria pele ou que a tenha observado no seu círculo social mais próximo. Às vezes, quando pedimos para alguém falar da sua família, não vacilam em dar mil histórias das suas mães, avós, tios, entretanto, na hora de falar do seu pai, o sorriso fica forçado e aparece o silêncio. Os ombros se encolhem e titubeiam um… “Não sei, meu pai era… era simplesmente ele. Estava ali, sem mais”.
Não queremos dizer que este tipo de vazio emocional seja característico exclusivamente da figura paterna, também pode acontecer com a figura materna, contudo, é muito comum que na hora de falar desse tipo de educação prejudicial, capaz de deixar marcas de amadurecimento, a figura do pai ausente esteja presente.
Aprofunde um pouco mais essa reflexão no artigo do site A Mente é Maravilhosa



