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Por que tornar-se mãe muda tudo?

A blogueira Katie Markey McLaughlin escreveu sobre como percebeu o quanto ser mãe muda tudo:

Katie e Luke
Katie e Luke

Semana passada, enquanto eu arrumava meu cabelo antes de sair com minhas amigas, estava reclamando com meu marido sobre como estava estressada com o trabalho. “Apenas tente esquecer sobre isso”, ele sugeriu, “só assim você conseguirá se divertir!”

Quando a noite acabou e eu me senti muito mais relaxada, eu percebi que não tive problemas em aceitar a sugestão do meu marido. Eu simplesmente me desapeguei dos prazos e questões dos trabalhos até o dia seguinte! E foi aí que eu me toquei do por que ser mãe realmente muda tudo.

Deixe-me explicar.

No momento que eu descobri que estava grávida pela primeira vez, eu sabia que minha vida iria mudar completamente, mas a realidade acabou sendo muito mais surpreendente do que eu esperava. A vida nunca seria a mesma.

E eis o por que: Porque enquanto eu consigo sair com minhas amigas e deixar pra lá as questoes do trabaho, meu papel como mãe é algo que eu não consigo simplesmente me desligar, não importa a situação.

Não importa onde estou ou com quem estou, eu sou acima de tudo, sempre, uma mãe.

Com todas as minhas outras identidades – escritora, filha, amiga, cidadã – eu consigo me desapegar. Isso não quer dizer que eu me esqueço delas, ou que elas não são importantes. Só quer dizer que quando eu preciso me focar em ser outra coisa, eu consigo, pelo menos por um tempo.

Mas, responder a um “mamãe?” é um papel que não posso colocar na prateleira! Eu não consigo me desligar disso. Sou fisicamente incapaz!

(Nota: o único papel que se aproxima de ser mãe? Meu papel de esposa. E eu estou trabalhando para elevá-lo ainda mais!)

Então, o que isso significa?

(…) Parece que eu não consigo passar por 5 minutos sem considerar o que vai atingir meus filhos!

E é por isso que tornar-se mãe realmente muda tudo, de modo que nenhum outro grande evento – trocar de trabalho, mudar de cidade – simplesmente não muda. Porque, de todas as identidades que nós temos, de todos os papeis que desempenhamos do nascer ao por-do-sol, “mãe” é o único que carregamos conosco não importa a situação.

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Texto original aqui