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“Sopa de Pai” - A Gestação do Ponto de Vista Paterno

dez 15

Questões práticas, como o planejamento financeiro da nova família, e mais filosóficas, como o significado de ser pai são alguns dos temas abordados em Sopa de Pai (Editora Passarinho, R$ 54,00), que reúne os textos do diário virtual do pedagogo Marcelo Cunha Bueno. O livro conta algumas histórias passadas durante os nove meses de espera de Enrique, filho do autor, hoje com 5 anos, pelos olhos paternos.

O pedagogo Marcelo Cunha Bueno criou o blog Sopa de Pai, em 2010, quando ele e a mulher, Gabriele, souberam que um bebê estava a caminho. Seis anos depois dessa incrível descoberta, o diário que ele escreveu do início até o último dia da gestação saiu do mundo virtual e virou livro, com o mesmo título.

Como surgiu a ideia do livro?
O livro foi consequência. O blog Sopa de Pai foi uma gestação e o livro é um nascimento. De algo concreto e sensível. Mas o livro é amor também. É a forma de fazer as pessoas provarem desse amor, inspirarem-se com ele. Falta amor no mundo, em nosso tempo. Ler e escrever são gestos de afeto pelo mundo. Escrever um livro é dar amor.

Quais as expectativas com este lançamento?
Gostaria que as pessoas pudessem se enxergar um pouco nas histórias que contei. Que cada pessoa pudesse expressar um sorriso, uma surpresa, um encanto, uma emoção. Que cada palavra fosse capaz de dar uma emoção para quem as lesse. Minha expectativa é que não exista mais espaço entre mim, as palavras dessa história e os leitores e leitoras.

Como espera que o livro seja recebido pelos pais?
Não quero que o livro seja recebido como um recado “olha, ser pai é isso!” Quero que o Sopa seja um convite a pensarmos uma relação com a infância mais amorosa, mais afetiva e com mais entrega. Seria bom ver leveza no olhar e nos suspiros de pais, mães, avós, tios e tias…

O autor explicou que, muitas vezes, os pais sentem dificuldade de criar um laço com o filho que ainda está na barriga porque querem reproduzir a mesma relação que a criança tem com a mãe: “Eles passam a se sentir diminuídos porque acham que o vínculo é melhor com a mãe pela potência da gestação da mulher”. Para Marcelo, a “gestação do pai” é completamente diferente e a mãe sente uma emoção que o pai não vai sentir – mas isso não significa que não poderá ser criada uma forte ligação entre pai e filho, repleta de carinho, afeto e amor. (Bebe.com.br)

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Fontes: Crescer e Bebe.com.br

Um comentário

  1. Mirna Dante /

    Que legal. Quero ler esse livro. E quero dar para meu marido!!! rsrs

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