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O que levar pra Maternidade – Mala da mamãe

nov 24

A querida Aline Daniele Jafet já nos deu dicas do que levar na mala do bebê.

Agora confira o que ela acha essencial estar na mala da mamãe!

“Meninas, o final da gestação é de muita ansiedade e emoções fortes, por isso recomendo que a mala para a maternidade seja preparada com antecedência, assim como a mala do bebê. Evite desgaste e correria! Aproveite as últimas semanas para se preparar para o parto e imaginar a emoção de receber o seu bebê nos braços em vez de se preocupar se pegou os chinelos, a camisola e etc.

Para que você não esqueça de nada, preparei uma lista com tudo que deve estar na mala:

  • 3 pijamas ou camisolas – pijama ou camisola devem ter abertura na frente para facilitar a amamentação.
  • 1 robe – ótima opção para receber as visitas e perfeito para andar pelos corredores do hospital ou maternidade.
  • 6 calcinhas - prefira calcinhas maiores, porque independente do tipo de parto, normal ou cesárea, será preciso usar absorventes grandes. Além de serem muito mais confortáveis!
  • 3 sutiãs de amamentação – devem ter alças largas para sustentar os seios que nesta fase estão mais pesados. O sutiã de amamentação tem abertura para facilitar na hora de oferecer os seios para o bebê.
  • 1 chinelo – se preferir, escolha um sapato sem salto e confortável. Evite usar chinelo ou sapato que escorregue!
  • 3 meias – neste caso, a quantidade varia de acordo com a estação. Prefira as meias de algodão.
  • Produtos de higiene pessoal – mesmo que a maternidade ou hospital ofereça, recomendo que você leve os seus. Escova de dente e cabelos, pasta de dente, shampoo, condicionador, sabonete, desodorante, maquiagem, hidratante e outros de sua preferência.
  • Roupa para a saída da maternidade ou hospital – separe uma roupa confortável, a barriga não vai sumir da noite para o dia! Pode ser uma das que você usou durante a gestação. Algumas mães acabam usando a mesma roupa que deram entrada na maternidade.
  • Máquina fotográfica e filmadora – não deixe de registrar um dos momentos mais especiais da sua vida! Leve pilhas extras ou o carregador.
  • Lembrancinhas e enfeite para a porta – deixe ao lado da mala, em uma caixa ou sacolas que facilitem o trajeto, assim você não corre o risco de esquecer.
  • Documentos – separe os documentos exigidos pelo convênio médico e pela maternidade (carteirinha do plano de saúde, carta do médico, documentos pessoais, etc). Verifique com antecedência! Como a maioria das maternidades têm serviço de cartório, leve a identidade do casal e a certidão de casamento (se houver) para registrar o bebê.
  • Agenda de telefone - para avisar os parentes e amigos que o herdeiro chegou!

Meninas, algumas gestantes me perguntam sobre levar para maternidade absorventes convencionais e para os seios e eu sugiro o seguinte:
A apojadura (descida do leite materno) acontece normalmente 3 dias após o parto. Sendo assim, você não terá leite em excesso ao ponto de precisar usar o absorvente para os seios.
Sobre levar ou não absorvente convencional fica a seu critério. O hospital normalmente oferece , porém pode ser que não seja o de sua preferência. São geralmente muito largos e grandes. São ideais para absorver o sangramento que é inevitável depois do parto.”

Viajando de carro com os pequenos

nov 21

Férias escolares, Natal e Réveillon estão chegando, e muitas famílias optam por passear nesse período do ano. O Maternidade no Divã traz algumas dicas para quem vai viajar de carro com bebês!

Primeiramente, o mais importante é a segurança, não só do bebê mas de todos que estão no carro. É essencial fazer uma revisão geral no veículo - calibrar os pneus, checar as condições do estepe, dar uma olhada no motor, verificar as palhetas dos limpadores de para-brisa, e outros pontos básicos. Para a segurança do pequeno não podemos esquecer a instalação adequada da cadeirinha de carro que, além de ser obrigatória por lei, é o item mais importante para proteger seu bebê. Para escolher a cadeirinha mais adequada, mais importante que a idade, é o peso e a altura do seu filho - verifique as instruções no manual do produto.

Carro revisado e cadeirinha instalada com segurança? Então vamos pro próximo passo: levar uma muda de roupas (ou mais, dependendo do tempo de viagem) para trocar o bebê se ocorrer uma mudança de temperatura, ou caso ele se suje. A mamãe do Lorenzo, Mariana Boaretto viajou com seu bebê por quase 600km quando ele tinha 8 meses, e contou um pouco de sua experiência pra gente: “Ele saiu um pouco agasalhado de casa porque estava frio, então me preocupei em levar outra calça, short e regata. O que foi essencial no fim da viagem, por causa do calor e porque ele virou uma mamadeira de água na calça que estava.”

Dentro do carro, ou seja, fora do porta-malas, é interessante levar pro bebê protetor solar e repelente de mosquitos (verifique com o pediatra sobre quais são os mais adequados para seu filho). É essencial levar água fresca (para os adultos e para a criança) e uma garrafa de água para emergências (limpar as mãos, por exemplo). Comidinhas são muito importantes! Biscoito de polvilho, biscoito de maizena, banana e maçã, e outros lachinhos rápidos e que não façam muita sujeira! Além disso, fraldinhas e panos limpos, creme antiassaduras, mordedores e sacos plásticos são ótimos itens para se ter por perto.

As paradas são obrigatórias. Quanto maior a distância, mais paradas devem ser feitas. Não se pode esperar que uma criança fique quietinha por horas seguidas, sem se irritar. Atenção, não amamente com o carro em movimento - faça paradas para trocas de fralda e amamentação. “Fiz paradas para amamentar. Logo na primeira [parada] ele amamentou. Depois de umas 2h30 ele acordou e paramos de novo para trocar a fralda e amamentar”, contou Mariana.

Mariana tomou a precaução de conversar com o pediatra antes da viagem - contou para onde viajariam para verificar se o bebê precisaria de algum cuidado especial ou teria que tomar alguma vacina específica para a região de destino. “Ele falou que não havia problema nenhum e para eu ir despreocupada.”

Lorenzo, filho da Mariana, viajando de carro aos 8 meses!

Lorenzo, filho da Mariana, viajando de carro aos 8 meses!

Para que o tempo passe mais rápido em determinado momento da viagem coloque músicas que seu bebê goste, e não deixe de levar alguns brinquedinhos pra ele se distrair no caminho! Chocalhos, mordedores, brinquedos de borracha, bichinhos de pelúcia, livrinhos de tecido ou borracha (verifique se os brinquedos são seguros para a idade do seu filho).

Pensando na praticidade na hora de viajar de carro com os pequenos, a Fisher Price desenvolveu o Organizador para Carros. Muitos dos itens citados nesse post como essenciais cabem nos diversos compartimentos desse produto que facilita a vida dos papais e mamães, independente da idade da criança!

fisher

Informações do fabricante: O Organizador para Carros da Fisher Price conta com um sistema exclusivo para que os papais encontrem facilmente tudo aquilo que o bebê necessita a qualquer momento dentro do carro. Para isso, foram desenvolvidas algumas etiquetas especiais para cada um dos compartimentos, como por exemplo, um bolso para a chupeta, bolso de brinquedos, bolso de mordedor e outro para a roupa. Saiba onde encontrar produtos Fisher Price.

 

 

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Papo de Veterinário - Gestantes, crianças e bichos.

out 31

Papo de Veterinário! - Post escrito pela Janaína (médica veterinária e mãe da linda Tereza.)

Muitas pessoas, e até mesmo alguns profissionais da área da saúde, ainda acreditam que animais podem ser prejudiciais à saúde das crianças.

Diversos trabalhos realizados no mundo todo já provaram que o convívio de crianças com animais traz inúmeros benefícios ao desenvolvimento tanto da parte locomotora como social desse pequeno ser humano. Lógico que alguns cuidados são necessários para que essa convivência não traga problemas de saúde.

Cães e gatos devem passar por consultas de rotina a cada 6 meses, receber as vacinas anuais e medicamentos contra parasitas intestinais a cada 4 meses. Importante também realizar o controle de ectoparasitas (como pulgas e carrapatos) mensalmente. Manter banhos periódicos irá auxiliar na saúde do animal e, consequentemente, das crianças que convivem com o mesmo. A castração é sempre bem vinda, pois além de beneficiar o animal evitando diversas doenças, também colabora muito com o temperamento positivo do mesmo.

É muito comum o gato se tornar um “vilão” quando sua dona receber a confirmação de uma gestação. Isso ocorre devido à informações errôneas sobre a tão temida toxoplasmose. Isso é um antigo mito. A toxoplasmose é uma doença causada pelo parasita Toxoplasma Gondii. Nas gestantes esse parasita pode causar aborto, prematuridade, morte fetal e algumas malformações. A principal forma de contaminação é através da ingestão de carnes cruas ou “mal passadas” e saladas ou frutas mal lavadas. Os gatos são considerados hospedeiros desse parasita. Isso ocorre somente quando esses animais são alimentados com carne ou vísceras cruas, ou quando possuem o hábito de caçar ratos e aves, por exemplo. Nas suas fezes são eliminadas as formas “inativas” do parasita, chamadas de Oocistos. Essas formas inativas precisam ficar expostas em temperatura ambiente por no mínimo 24 horas para se tornarem infectantes (Oocistos esporulados). E a única forma de infecção é através da ingestão desses Oocistos Esporulados. Lembrando que esses gatos geralmente eliminam os Oocistos inativos nas fezes por um período de aproximadamente 2 semanas após a ingestão do parasita, apenas uma vez na vida.

© Goodshoot

© Goodshoot

Portanto, o gato só irá transmitir toxoplasmose caso se: 1. Ele se alimentar de carne crua ou animais mortos; 2. Ele for portador do parasita; 3. Ele estiver na fase de eliminação dos oocistos; 4. Seus dejetos não forem retirados em até 24 horas; 5. A gestante ingerir os oocistos esporulados.

Como podem ver, não é tão fácil assim contrair a doença através do gato. Alguns passos muito simples podem facilitar o convívio com o gato no período gestacional:
- Nunca alimente seu gato com carne ou vísceras cruas
- Faça a limpeza da caixa sanitária do seu animal pelo menos duas vezes ao dia. Lave a caixa sanitária e troque todo granulado a cada 3-4 dias.
- Lave bem as mãos após a higienização da caixa sanitária do seu animal
- Nesse período de gestação, peça para outra pessoa fazer a limpeza da caixa sanitária do seu gato.
E nunca esquecer que todo animal é um ser vivo, que sente fome, frio, medo e sofre com rejeição. Devemos ser exemplos para nossos filhos. Lembrem-se sempre disso.

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O que levar pra Maternidade - Mala do bebê

out 27

Já começou a pensar na mala do bebê? Arrumá-la e deixá-la pronta significa que o grande dia está próximo, né?!

Pensando nisso, a Baby Planner Aline Daniele Jafet nos deu dicas do que levar pro seu bebê pra maternidade!

“Minha recomendação é que a mala comece a ser arrumada a partir da trigésima sexta semana para mamães que não apresentem gestação de risco ou gemelar. Para estes casos é prudente que a gestante prepare a malinha com mais antecedência. Quanto menos preocupação nos últimos meses de gravidez melhor, evite desgaste e correria na hora de arrumar as malas!

O que não pode faltar na mala?

6 macacões - tamanho RN ou P (acompanhe o crescimento do seu bebê pelo ultrassom e demais exames. O médico pode te dar uma estimativa de peso e tamanho do pequeno para o nascimento). Dê preferência para os macacões com abotoação na frente para facilitar a troca de fraldas e roupa.

6 bodies - o bodie será colocado em baixo do macacão. Eles podem ser substituídos por camisetas do tipo pagão.

6 calças com pés - estas calças também são conhecidas como “mijão”.

2 casaquinhos - evite lã felpuda ou sintética. Prefira os casaquinhos com botões na frente e que não precisem passar pela cabeça.

2 mantas - de tecidos mais leves para o verão e mais pesados para o inverno. Recomendo mantas de lã ou fleece para o frio e as malhas de algodão para o verão. Procure sempre as antialérgicas e bem macias. As mais ásperas, como as de lã, que podem pinicar, devem ser usadas com uma vira manta por dentro, um tecido de fralda de algodão bem fininho ou uma fralda de pano. Algumas gestantes preferem comprar ou mandar confeccionar uma manta para cada conjuntinho de roupa. Eu recomendo que seja providenciado duas mantas de cores neutras, que combinem com todos os conjuntinhos levados para a maternidade.

6 pares de meias: caso o bebê nasça no inverno ou a temperatura esteja baixa.

3 fraldas de tecido/paninho de boca: perfeitos para serem usados para apoiar a cabeça do bebê nos ombros. As mamães mais exigentes, usam desta técnica para evitar o contato direto do rosto do bebê com a roupa ( contato com sujeira e demais impurezas). Caso você tenha este perfil, não se intimide, peça para as visitas utilizarem a fralda ao pegarem o seu bebê no colo.

6 saquinhos de tecido/envelopes: muito procurados para organizar as roupas. A grande maioria vem com uma tag ou etiqueta para colocar o nome da mãe, do bebê e o número do quarto. Você pode inclusive colocar a ordem que você quer que as roupinhas sejam usadas. Exemplo: dia do nascimento ou saída da maternidade e etc.

1 escova para cabelos - escolha uma escova de cerdas macias.

Meninas, não se preocupem em levar os seguintes itens (no caso de hospitais e maternidades particulares):
Toalha; Fralda descartável; Pomada contra assaduras; Algodão; Cotonete; Hidratante.

Dica: É muito importante que as roupas sejam escolhidas conforme a estação do ano (temperatura) prevista para o nascimento do bebê, lavadas com sabão neutro, líquido ou em pedra, e passadas.

Verique a lista de recomendação de enxoval para a maternidade do seu hospital de escolha.”

E você? Já arrumou a mala do seu bebê? Tem alguma dúvida? Comente!

 

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Papo de Nutricionista - Prevenção de obesidade e transtornos alimentares

out 17

É com muito prazer que apresento a vocês o texto da nutricionista Ana Carolina Pereira Costa, especialmente escrito pro blog!

Prevenção conjunta de obesidade e transtornos alimentares na infância e na adolescência: é possível?

Nos dias de hoje, a obesidade tem ocupado lugar de destaque na mídia e na ciência. A questão é ainda mais preocupante quando se trata de crianças e adolescentes, por isso existem inúmeras estratégias de prevenção de obesidade nessa faixa etária. Só que existem outros problemas relacionados ao peso corporal que muitas vezes acabam sendo esquecidos ou subestimados: os transtornos alimentares.

Transtornos alimentares são doenças psiquiátricas caracterizadas por profundas alterações no comportamento alimentar e nos comportamentos que visam controle de peso e forma corporal. Os transtornos alimentares (que incluem anorexia nervosa, bulimia nervosa e transtorno da compulsão alimentar periódica) na infância e adolescência podem levar a sérios comprometimentos, como por exemplo: atraso na menarca, interrupção da menstruação, déficit de crescimento, alterações hormonais, prejuízos dentários (especialmente por conta dos vômitos autoinduzidos), dificuldades cognitivas, dentre outros. O surgimento dessas doenças é multifatorial, ou seja, são originadas através da interação de vários fatores, não se tem uma única causa. Alguns destes fatores incluem a predisposição genética e a história familiar de transtornos psiquiátricos, a valorização do ideal magro de beleza e a prática de dietas na família.

É importante que os pais e familiares estejam atentos a alguns sinais típicos que podem indicar a presença de transtornos alimentares, pois raramente a criança ou adolescente vai se queixar disto, afinal, acreditam que devem fazer de tudo para serem magros. Estes sinais incluem: prática de dietas e restrição de alguns alimentos que antes eram aceitos; perda de peso sem motivo aparente; queda acentuada de cabelos; ausência de crescimento; recusa em sair de casa e se alimentar junto com a família, usando desculpas como “já comi na escola” ou “vou comer no quarto”; atitudes negativas em relação ao peso atual, com comentários frequentes sobre o corpo e o peso; beber muito líquido nas refeições e com isso comer pouco; ir frequentemente ao banheiro logo após se alimentar. Caso notem esses comportamentos e atitudes, os pais devem buscar ajuda especializada.

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Prevenção conjunta de obesidade e transtornos alimentares: é possível?

Sim! Estudos atuais dizem que a prevenção conjunta de obesidade e transtornos alimentares não só é possível como é desejada. Algumas estratégias de prevenção incluem:

1. Desencorajar a prática de dietas. Ao invés disso, encorajar e favorecer uma alimentação saudável, em que não existem alimentos “permitidos” e “proibidos”, e encorajar também a prática de atividades físicas que as crianças e adolescentes gostem. Como já foi dito, dietas são fatores de risco para transtornos alimentares e podem levar ao ganho de peso a longo prazo, já que aumentam o risco de compulsão alimentar.

2. Promover uma imagem corporal positiva. Precisamos parar de achar que a insatisfação corporal é uma boa motivação para a mudança. Pense num carro: se você gosta dele, você cuida, dirige com cuidado, faz revisões frequentes… Já quando você não gosta do carro, nada disso é feito, certo? O mesmo vale para o nosso corpo. Enquanto eu não respeitá-lo e valorizá-lo, o mínimo que seja, não terei motivação e prazer em cuidar dele (me alimentar de forma saudável, praticar exercícios que me façam sentir bem…). Os pais devem ser o exemplo de como manter uma imagem corporal positiva, e isso significa, por exemplo, parar de fazer comentários depreciativos sobre o próprio corpo e sobre o corpo dos filhos.

3. Encorajar a realização de refeições em família. Quanto mais frequentes e mais agradáveis, melhor. Pesquisas recentes mostram que o hábito de comer em família está relacionado a um melhor consumo alimentar em adolescentes, além de ser um fator protetor para alimentação transtornada e para comportamentos extremos de controle do peso.

Importante ressaltar que um estilo de vida saudável deve incluir comportamentos que conseguimos manter a longo prazo, mudanças radicais e temporárias não são positivas. Além disso, crianças aprendem a partir de exemplos, então os pais devem acima de tudo melhorar a sua própria atitude diante da alimentação e do corpo para poderem efetivamente beneficiar seus filhos.

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Ana Carolina Pereira Costa é nutricionista formada pelo Centro Universitário São Camilo e especialista em Nutrição Esportiva e Estética com Ênfase em Wellness, também pelo Centro Universitário São Camilo. Atua na equipe de Nutrição do Ambulatório de Bulimia e Transtornos Alimentares do Hospital das Clínicas de São Paulo (AMBULIM – IPq – HCFMUSP) e é colaboradora do Grupo Especializado em Nutrição e Transtornos Alimentares (GENTA) e associada da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO). Educadora em diabetes certificada pela ADJ/Diabetes Brasil, Sociedade Brasileira de Diabetes e Federação Internacional de Diabetes. Autora do blog “O Corpo é Meu!”.