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Meu bebê cresceu - O primeiro dia de aula!

jan 30

Fevereiro está chegando e muitas crianças entrarão na escola na próxima segunda-feira. Tem mamãe se descabelando aí?

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O primeiro dia na escola pode ser difícil para crianças e pais, mas com um pouco de preparação vai ser mais fácil para vocês lidarem com essa nova etapa. O desconforto é natural! As crianças hesitam para ir a algum lugar novo e conhecer pessoas que elas nunca viram antes. O desconhecido assusta adultos e pequenos!

As emoções são fortes para todos no primeiro dia de escola. Enquanto você pode sentir-se nostálgico vendo seu pequeno de mochila nas costas, pode estar animado com seu “bebê” começando uma fase nova e importante da vida. As crianças também podem sentir-se ansiosas sobre a entrada em um novo ambiente. Suas palavras de despedida podem fazer do início das aulas uma transição suave! Só de olhar, você não pode sempre dizer quem vai se sair bem e quem demorará mais para se adaptar. Uma criança sociável não necessariamente se encaixa na escola imediatamente!

Se é o primeiro dia de aula da vida do seu filho, ou apenas o início de mais um ano letivo, existem muitas coisas que você pode fazer para facilitar a transição. Vamos lá papais, motivação! Vocês são a torcida, incentivando do lado de fora do campo! Você deve ensinar seu filho a fazer determinadas tarefas relacionadas à escola, como fazer e desfazer a mochila, e fazer o dever de casa! Certamente será uma aventura para toda a família.

Algumas coisinhas que você pode fazer:
- Não diga “não se preocupe”, isso acaba por minimizar o sofrimento do seu filho e pode fazer com que ele deixe de compartilhar com você seus medos e anseios.
- Ao invés disso, diga “eu sei que você está com medo e tudo bem sentir-se assim“. Ao reconhecer o sentimento dele, você assegura-lhe que é um sentimento normal, e que não durará para sempre! Essa atitude traz segurança pra criança.
- Evite dizer que você ficará na escola pelo tempo que for necessário. Deixar seu filho sabendo que você ficará lá o tempo que ele quiser, só prolonga a inevitável separação.
- Quando for deixá-lo diga a ele “Vou para casa agora (ou para qualquer outro lugar) e venho te buscar tal hora”. Simplesmente ir embora aumenta a ansiedade. Quando você conta pro seu filho o que vai fazer enquanto ele estiver na escola, de certa forma deixa ele conectado a você e dá segurança.
- Tente não dizer para ele que sentiu saudades. Em muitos casos, a separação pode ser mais difícil para os pais que para a criança. Mesmo que seja óbvio que você tenha sentido falta dele, compartilhar o quão triste a separação fez você se sentir, pode desencadear culpa no pequeno, e isso faz com que seja mais difícil para ele aproveitar a escola.
- Não se esqueça de perguntar como foi o dia dele! Mostre interesse pelas atividades que ele participou.

Seja qual for a reação do seu filho, lembre-se que não será a primeira vez que os professores verão isso. Escolas estão familiarizadas com as crianças que estão mais preocupadas e chorosas em suas primeiras semanas! Falar sobre a escola de uma forma positiva, reforçando a idéia de que a escola é importante e divertida, pode ajudar a facilitar a transição!

Boas aulas!

[Esse artigo foi baseado em uma matéria da Revista Canadense "ParentsCanada"]

O bebê de 1 ano - Algumas curiosidades!

jan 28

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Por volta dos 11 meses, seu bebê está dando alguns saltos monumentais de desenvolvimento: da posição sentado para de pé, engatinhando para caminhar. Ele já está circulando mais por aí, e faz isso cada vez mais rápido! Mas, enquanto suas grandes habilidades motoras tendem a tomar o centro do palco no final do primeiro ano de vida, não esqueça de prestar atenção à evolução de suas habilidades motoras finas - aqueles movimentos refinados e delicados que, por exemplo, o permitem a pegar objetos pequenos em um movimento de pinça, usando o polegar e o indicador. Esses movimentos são uma das razões pela qual está ficando melhor para ele se alimentar agora - ele já pode facilmente pegar pequenos pedaços de alimentos e colocá-los em sua boca. Seu pequeno pode até ser capaz de trazer uma colher para a boca, mas não espere que a comida entre na boca, rs! A maioria dos bebês não aprendem a comer direito com uma colher por muitos meses ainda!

Perto do primeiro aniversário, outra coisa que está crescendo bastante: a imaginação do seu bebê e o interesse em brincadeiras criativas. Enquanto ele, provavelmente, não tem idade suficiente para brincar de casinha, ele já adora imitar os adultos, por isso, com 1 ano você pode vê-lo tagarelar no celular que ele conseguiu pegar na sua bolsa, ou flagrar uma tentativa de pentear os cabelos com uma escova de boneca. Nessa época, o bebê já gosta de fazer música e vai transformar qualquer coisa ruidosa em um instrumento. Ele também pode estar aprendendo a colorir, rabiscando um lápis de cor no papel. Para incentivar seus primeiros passos artísticos, presenteie seu bebê com lápis de cor ou marcadores laváveis ??- aqueles mais grossos são mais fáceis para as mãos gordinhas pegarem. E cubra a mesa ou o chão com papel para a mesa para que sobrevivam à arte do filhote!

Lembre-se de que não há manual no desenvolvimento infantil. As observações acerca de idade são, geralmente, apenas aproximações baseadas em pesquisas.

Seu bebê está crescendo! - do berço para a cama

jan 26

Algumas crianças ficam quietinhas e seguras em seu berço, enquanto outras mais sapecas começam a escalá-lo e pular para cima e para baixo, e até mesmo tentam (e às vezes até conseguem!) dar um salto para a liberdade, saindo do berço! Se o seu filhote fica planejando sua próxima aventura de como sair do berço, é hora de fazer a transição para uma cama (antes que ele realmente se machuque com uma queda).

Quando é o melhor momento para fazer a transição, e como você pode fazê-la com segurança?

Arlington Petra Toddler Bed

Arlington Petra Toddler Bed

Tenha em mente que não existe uma idade certa para esta mudança, o que significa que você terá que respeitar o tempo do seu filho. Muitos começam a tentar sair do berço - o que (além de ser perigoso) é uma indicação de que já eles precisam de mais espaço. Os sinais de autonomia e independência também indicam prontidão para a mudança! O primeiro passo - antes mesmo de você comprar uma cama - é ter a certeza de que o quarto do seu bebê é seguro para aqueles momentos em que ele irá explorar o ambiente sozinho. Certifique-se de que o quarto está “a prova de bebês”. As tomadas estão protegidas, os objetos perigosos estão fora do alcance, as janelas e os móveis são seguros (especialmente se o seu filho é levado e utiliza as gavetas como uma escada)? Talvez seja necessário instalar uma grade/porta segura caso seu bebê decida passear pela casa durante a noite.

Os especialistas recomendam a compra de uma cama relativamente baixa, perto do chão, na qual possam ser instaladas grades de segurança. Faça a transição em uma época em que não haja outros grandes eventos acontecendo na vida do seu filho. Se você precisa colocar o seu bebê em uma cama para abrir espaço para um irmãozinho que está chegando, faça-o bem antes da chegada do bebê, para que o mais velho não se sinta deslocado ou prejudicado.

Que tal permitir que o seu filhote escolha novos lençóis e fronhas divertidos? Isso pode fazer o ato de dormir em sua cama menos assustador e mais atraente! E não se esqueça de deixar o bichinho de pelúcia favorito como ele, para que ele tenha um companheiro - deixe que o seu filho mantenha antigos “objetos de conforto” com ele! Além disso, pode ser útil, de início, colocar a criança pra dormir na cama apenas nas sonecas durante o dia, para que ela se acostume gradualmente.

Seu filho deseja sua atenção e pode exigir ainda mais nessa passagem do berço para a cama. Continue com uma rotina para a hora de dormir - crianças sentem grande conforto com rituais, por isso é crucial manter a rotina noturna, como hora do banho, cantar ou ler histórias para dormir na cama nova. Não menospreze seu nervosismo e medo desse novo desafio. Incentivo e amor vão ajudá-lo em seu caminho para dormir em sua própria cama!

Harry Potter - Nova área na Universal Studios

jan 25

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Divulgação / Universal Studios

Se você tem um assistente de bruxo em treinamento em casa, você pode começar a planejar uma viagem para Universal, em Orlando. Desde 2010, Islands of Adventure da Universal tem sido o lar de “Wizarding World of Harry Potter”, uma terra mágica com passeios, lojas e restaurantes que o transporta para os livros de JK Rowling. No verão americano, a companhia planeja abrir uma outra área para o Harry Potter, o Beco Diagonal, em seu outro parque vizinho - o Universal Studios. Um trem Expresso de Hogwarts (o lugar onde Harry, Rony e Hermoine se conheceram) irá transportá-lo entre os dois parques!

Um simulador denominado “Harry Potter and the Escape from Gringotts” será a principal atração do Beco Diagonal - ele ficará dentro do Banco Gringotes e simulará uma fuga comandada por anões!

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Divulgação / Universal Studios

Algumas das lojas da nova área são:
- Scribbulus (artigos e produtos autênticos para escrita, como bicos de pena, tintas e tinteiros.)
- Weasleys’ Wizard Wheezes (brincadeiras de mágica e brinquedos inspirados pelos livros)
- Madam Malkin’s Robes for All Occasions (fantasias de bruxo)
- Magical Menagerie (animais de pelúcia)
- Wiseacre’s Wizarding Equipment (artigos essenciais para bruxos, como telescópios, binóculos, lupas e ampulhetas.
- Quality Quidditch Supplies (equipamentos e artigos para Quadribol)

As crianças e a separação dos pais

jan 23

A separação conjugal está se tornando cada vez mais comum. Relação desgastada, brigas, falta de desejo sexual, desarmonia - o processo de divórcio é doloroso para qualquer casal. E as crianças? Como os filhos ficam diante do fim do casamento dos pais? Essa experiência, que já não é fácil para os pais, pode se tornar devastadora para as crianças, quando elas tornam-se alvo das disputas e depositário das frustrações dos pais.

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A separação do casal pode gerar um sentimento de insegurança nas crianças. Mas, manter um casamento por causa dos filhos é um dos erros mais frequentes que acontecem. Uma separação amigável é infinitamente melhor para uma criança do que uma convivência desarmônica e conflituosa.

”Insistir em um casamento acabado só prolonga a exposição da criança à convivência estressante entre os pais.” Bebê Abril

A comunicação entre o casal é fundamental para que medidas sejam tomadas a fim de minimizar os impactos do divórcio na vida do filho. É essencial que ele seja comunicado do que está acontecendo, mas as explicações e a quantidade de informações devem ser adequadas à sua capacidade de compreensão. Não se pode pensar que a criança não sabe que está acontecendo algo diferente, ou que não entende. Pode ser que ela não compreenda efetivamente o que é um divórcio, mas ela sabe que as coisas mudaram, ela sente, e por isso tem que ser comunicada.

É importante que ambas as partes do ex-casal estejam presentes no anúncio da separação. O filho deve saber que, independente das mudanças que fatalmente irão acontecer, o vínculo com ambos os pais não está ameaçado. A comunicação reforça um sentimento de segurança e de confiança da criança em seus pais, e isso é fundamental para uma boa relação e uma melhor elaboração da separação. Quando decidido, a criança deve ser informada com quem irá morar, como e quando terá contato com um ou outro.

A criança deve sentir que pode expressar seus sentimentos de tristeza e insatisfação. Suas preocupações devem ser exteriorizadas, a fim de que não se transformem em culpa e dúvidas - “será que eles estão se separando por minha causa?”, “será que eu fiz alguma coisa errada?”. O filho deve compreender que essa é uma decisão do casal, e não dos pais.

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Um dos maiores erros cometidos pelos pais no processo de divórcio é incentivar o filho a tomar partido por um progenitor. Denegrir a imagem do outro, principalmente quando este está ausente, é uma falha grave frequentemente cometida pelos casais. Evitar brigas na frente das crianças e não falar mal do ex-companheiro são medidas importantíssimas para amenizar os inevitáveis traumas.

É interessante que os pais comuniquem à escola sobre o processo que estão passando, e pedirem para que sejam informados caso haja alguma mudança no comportamento e no rendimento escolar. Além disso, é essencial que a criança continue mantendo contato com as duas famílias: avós, primos, tios e todos os outros com quem tinham relação antes da separação.

Filhos de pais separados não tornam-se adultos traumatizados. O que diferencia uma experiência traumática de uma não-traumática é como a separação se deu, qual posição essa criança ocupou durante o processo, e quais condutas foram tomadas pelos pais a fim de suavizar as dores, os medos e conflitos derivados da situação. Mesmo que o sofrimento seja inevitável, afinal a separação interfere em toda a vida familiar, se feita de forma adequada e preocupada com a criança, ela continuará saudável e equilibrada, sentindo-se amada e segura.

Não hesite em contatar um profissional caso não seja possível enfrentar essa situação sozinho(a). O psicólogo pode auxiliar na elaboração da separação pelos membros do casal e para a criança, minimizando assim possíveis traumas e conflitos.