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Quando o parto não sai como planejado

jan 21

Muitas mulheres tem o sonho do “parto perfeito” - pensam e planejam nos mínimos detalhes e sabem exatamente como gostariam que fosse a chegada ao mundo do filhote. Por mais que saibam que devem se preparar pro inesperado, o que acontece quando as coisas saem muito diferentes do que elas imaginavam? O luto após o nascimento pode ser profundo para algumas mulheres - como podemos ajudá-las a superarem a dor depois de um parto “não planejado”?

nascimento-parto

Você sabia que existe o Transtorno de Estresse Pós-Traumático Pós-Parto? Profissionais da área garantem que esta reação de luto quando o nascimento não atende às expectativas das mulheres é legítima, mesmo se a mulher teve um parto natural, mas se sentiu sem apoio e suporte. Sair do parto, não só com um bebê vivo e saudável, mas sentir-se forte e pronta para os desafios da maternidade não é um luxo, é uma necessidade para que as mulheres possam se sentir mães. E quando a experiência de uma mulher não é reconhecida, pode desencadear depressão pós-parto e pode até impedir a mãe de estar presente para seu filho.

Não se martirize se você não teve o parto dos seus sonhos. A maioria das mulheres fazem tudo que podem… não é porque não foi como o planejado que não foi um momento mágico! Você tornou-se mãe! E, o mais importante, contente-se com o bebê saudável. Que é realmente o objetivo final, certo?!

Se o parto não sair como planejado e não atender suas expectativas, encontre reconhecimento para o seu sofrimento. Existem profissionais que se especializam no nascimento e nas questões da maternidade, mas é importante que você encontre a pessoa ou lugar certo para fazer isso, para evitar decepção ou o apoio de errado. Seja gentil com você mesma!!

Reprodução Assistida - Depoimento

jan 19

Essa mamãe achou melhor manter sua identidade em sigilo. Sua história é muito especial, e seu depoimento merece ser compartilhado!

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Já tinha alguns anos que estávamos casados, e o desejo de ter filho um dia sempre existiu, aí o tal relógio biológico resolveu tocar o alarme, comecei a pensar na idade que eu tinha (28) e em tudo que queria fazer antes de ser mãe, mas logo percebi que não conseguiria ter tudo, mas isso pra mim não seria um problema.
Então, decidi parar de tomar a pílula, como tomava há muitos anos achei que talvez demorasse alguns meses pro meu corpo regular.
No primeiro mês depois de parar de tomar a pílula, nem estávamos tentando mesmo, mas mesmo assim rolou a expectativa próximo da data da menstruação, e depois um certa frustração. Ao falar com amigas todas admitiram que também sentiram isso, todo mundo fala que não, “imagina, nem liguei no primeiro mês”… mas é mentira, rola um expectativa sim, é normal.
E neste tempo começava a procurar uma médica para meu pré-natal, achei ela, mas nada de engravidar. E assim passaram 7 meses, fui à médica, que me explicou que era perfeitamente normal, que o tempo de espera era de até 2 anos, e que eu deveria ficar calma… mas algo me dizia que tinha coisa errada, eu achava que era comigo, pois meses antes tinha feito um tratamento muito forte para o meu estômago, e também achava que anos de pílula tinham feito alguma coisa de errado.
Insisti com a médica e ela passou os exames pra mim e para o meu marido. Fui e fiz todos exames, inclusive aquele que é super dolorido - deu tudo normal. E meu marido nada de fazer o dele, porque pra ele estava tudo normal. Depois de muito insistir, e até uma discussão, ele fez. E aí com o resultado veio o problema: baixa dosagem de espermatozoides, e dos poucos, não tinha muitos vivos também no esperma.
Até ele aceitar e procurar um médico levou um tempo. Com o médico dele e minha médica decidimos começar com um tratamento simples e bem menos agressivo, ele iria tomar medicação durante 3 meses, fazer um novo exame, e a partir disso decidiríamos o próximo passo. Neste tempo a gente conversou muito sobre se o tratamento não desse certo o que faríamos. Eu sempre quis ser mãe, e chegamos a conversar sobre adoção como alternativa para o caso de nada dar certo.
O resultado do exame foi ótimo, tinha dado o mínimo para uma tentativa. Após conversar muito com minha médica, decidimos fazer inseminação artificial – iria tomar medicação e injeção e fazer o procedimento. Não era garantia, mas as chances eram boas. Tomei os hormônios, e fiquei atordoada!!! Hahahaha variação de humor era pouco, hahahaha, engordei 6 quilos, porque ai junta medicação, ficar ansiosa, tudo!!! Eu não me agüentava. Fizemos o procedimento.
Era pra eu ficar menstruada só dia 27, mas era dia 24, ainda estava com os nervos a flor da pele, a sensação era que ia chegar dia 01, mas nunca ia chegar o dia. Dei uma de louca e fui comprar o teste de farmácia, se desse negativo pelo menos eu relaxava e parava de pensar. Mas pra minha feliz surpresa deu positivo!!!!!!!!!!!!! Era o sonho se tornando realidade!!!!!
A gravidez foi tranqüila, tudo conforme o esperado. E finalmente chegou o grande dia, e tive minha filha linda e saudável nos braços, e aquele amor infinito invadindo meu corpo. Minha filha foi meu presente de 30 anos!!!
Passado os meses eu e meu marido começamos a conversar sobre o segundo filho, sempre quis filhos próximos. E decidimos começar a tentar, desta vez bem mais relaxados, fomos os dois cada um em seu medico, e deu tudo normal, estávamos liberados. E no segundo mês eu engravidei por meio natural.
Hoje tenho meus dois tesouros, os amores da minha vida.
Vi várias amigas tentando engravidar depois de mim e conseguindo, depois de 1 , 3, 6 meses e até depois de 1 ano… tive amiga que teve que fazer tratamento bem mais agressivo que o meu e durante anos.
É claro que eu vou falar pra quem não está conseguindo engravidar pra relaxar, mas é claro que eu também sei que isso é impossível… nos dias de hoje onde a gente controla tudo!!!! Mas tem que relaxar sim!!!! A formula mágica, desculpa, eu não sei, sendo sincera!!! Mas no final da tudo certo, as vezes o caminho não é como imaginamos, mas dá certo, seja através do meio natural, tratamento ou adoção.
Estar grávida e parir é maravilhoso, mas mais do que maravilhoso, o verdadeiro sentido do amor é ter o seu filho nos teus braços. Sei que é terrível você se sentir incapaz de ter um filho, a sociedade cobra, você se cobra de si mesmo e é muito cruel, tanto pro homem como pra mulher.
Eu resumi aqui pra não ficar mais longo, mas não foi nada fácil pro meu marido, e por isso decidimos não contar nada pra ninguém - nem a família dele sabe!!!
Se você já esta há algum tempo tentando engravidar e não consegue, procure o seu médico, nunca faça nada sem ele indicar. Converse muito entre você e seu marido, se precisar procure um psicólogo pra ajudar a lidar com todos os sentimentos adversos que surgem. Conversar com amigo é muito bom – não contei para todos, mas tinha uma amiga e minha irmã que sabiam, e me ajudava muito conversar.
E relaxa, você vai ser mãe!!!

Resultado Concurso Cultural “Meu bebê em 2014…”

jan 16

Oba! Chegou o dia de divulgar o vencedor do primeiro concurso de 2014.

concurso-mini-me-2014

Foi bem difícil escolher a frase ganhadora! Estamos muito felizes por termos recebido frases de todos os cantos do Brasil!

A frase vencedora foi…

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“Em 2014, desejo que meu bebê tenha 365 dias de saúde, 52 semanas de sorrisos, 12 meses de aprendizado e 1 ano inteiro recebendo e multiplicando amor!” - Parabéns Keyla G. Cruz, de Natal/RN!! Você foi a vencedora do Concurso!!

Envie para [email protected] seu endereço completo para que possamos enviar os prêmios para você!

Obrigada a todos que participaram de mais um Concurso do Divã em parceria com a Mini Me!

Conversando sobre xixi na cama

jan 14

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“Enurese noturna” é o termo médico para a incontinência urinária que afeta crianças de 5 anos ou mais que molham a cama pelo menos duas vezes por semana, durante pelo menos três meses. A genética desempenha um papel nessa situação - médicos afirmam que se um dos pais teve enurese noturna, então há uma chance de 40% do filho também ter.

Pesquisas informam que a enurese afeta mais de 6% de todas as crianças nos Estados Unidos, e cerca de 15% das crianças de 5 anos molham a cama quase todas as noites. A pesquisa mostra que a enurese é cerca de 2 vezes mais comum em meninos. Você sabia que muitas vezes não há nenhum problema físico por trás do xixi na cama?

As crianças que se mantem secas durante todo o dia, mas fazem xixi na cama durante a noite, podem produzir mais urina à noite do que as outras crianças, ter uma bexiga menor, e podem dormir profundamente, tendo um tempo de latência na comunicação entre o cérebro e a bexiga. Médicos especialistas dizem que muitas vezes é impossível identificar qual combinação desses fatores é a culpada pela enurese.

Você sabia que prisão de ventre também pode ser uma das causas? Se a criança adia a ida ao banheiro e segura as fezes, o intestino pode acabar pressionando a bexiga, causando a incontinência. Existem exames que podem acusar se há um excesso de fezes no intestino da criança. Se isso for identificado há um tratamento com laxantes que em poucos meses podem por fim no xixi na cama. (Todo tratamento deve ser acompanhado por um médico)

Enquanto há coisas que podemos fazer para tentar ajudar a criança a ter noites sequinhas, o objetivo mais importante é preservar sua auto-estima.

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Uma criança de 5 anos que ainda molha a cama também sofre de problemas como a baixa auto-estima, além dos receios de atividades sociais que envolvam a possibilidade de dormir fora de casa. Isso pode causar problemas sociais que podem durar por muitos anos! Os pais tem que se lembrar que o problema do filho não é pessoal. Claro que ele preferiria estar em uma cama seca - ele não está tendo esses acidentes por preguiça. Pense nisso: Como é que ele deve se sentir ao acordar, com lençóis molhados, e depois ver o olhar de decepção e irritação dos seus pais? E o constrangimento se isso acontece em uma festa do pijama, na casa de um amiguinho? É por isso que especialistas advertem contra qualquer tipo de disciplina para a incontinência urinária, pois isso pode realmente ser prejudicial para a auto-estima da criança e gerar ainda mais insegurança.

Para ajudar a preservar a auto-imagem do filhote, é legal contar à criança se havia outras pessoas que faziam xixi na cama na família. É reconfortante quando uma criança aprende que outras pessoas, incluindo parentes, tiveram o mesmo problema. Pode-se conversar também sobre o fato de que alguns de seus amigos podem muito bem molhar a cama também!

É importante, quando você está treinando seu filho de 5 anos de idade a não fazer xixi na cama, que você não mostre nada além de bondade, compreensão e paciência. Uma criança que está sofrendo de enurese noturna já tem vergonha de seu comportamento, e se você mostrar raiva nestes momentos importantes, pode danificar ainda mais a sua auto-estima e aumentar a ansiedade.

Em breve falaremos mais sobre xixi na cama aqui no blog. Mande suas dúvidas!

* Todo o conteúdo deste site, incluindo informações relacionadas à saúde, é apenas para fins informativos e não deve ser considerado um diagnóstico específico ou plano de tratamento para qualquer situação. O uso deste site e as informações contidas nele não cria uma relação médico-paciente. Procure sempre o aconselhamento individual de um profissional em relação a quaisquer dúvidas ou questões que você possa ter em relação a sua própria saúde física ou mental ou a de outras pessoas.

História Dalva & Mariana - Amamentação

jan 12

Mais um depoimento sobre amamentação de uma mamãe apaixonada!
Confira as histórias da Marília, Tati, Jana, Rachel.

Mariana sendo amamentada Maternidade no Divã

Mariana sendo amamentada

“Às 18:15 do dia 09/09/09 nasce Mariana. E sim, foi um dos momentos mais incríveis da minha vida.
Dois dias depois estávamos em casa e eu com todas as dúvidas e medos de qualquer mamãe de primeira viagem. E uma delas era a amamentação.
Num primeiro momento foi difícil. “Será que vou conseguir? Será que vou ter leite suficiente? Será que ela vai pegar o peito?” Mas minha vontade, persistência e a ajuda super valiosa da minha irmã, contribuíram para que desse tudo certo.
E hoje eu tenho uma saudade imensa desses momentos de cumplicidade, que só mãe e filho tem. A mãozinha no meu colo, o olhar dentro do meu, a procura insistente pelo seio quando estava no meus braços e sentia meu cheiro, as pausas pra descanso, tudo valeu a pena.
Mariana sempre foi muito gulosa, e eu pra falar a verdade não segui a risca nenhum protocolo de horários e vezes que deveria amamentar. Estava sempre a disposição dela.
Amamentei 1 ano e 7 meses e não me arrependo, porque nada poderia substituir essa etapa nas nossas vidas. E para além disso, saber que minha filha crescia saudável só me motivava ainda mais seguir adiante.
O meu prazer em amamentá-la era tanto quanto o dela ao saciar sua fome. Um outro fator muito importante nesse processo foi o apoio do papai. Ele esteve ao nosso lado nesse momento nos ajudando e fortalecendo todo um vínculo familiar. Tive esse prazer em minha casa e só tenho a agradecer. Hoje, com quase 4 anos Mariana é uma criança saudável, inteligente, esperta, que desenvolve muito bem as mais diversas atividades em casa e na escolinha. Por fim, amamentação foi um momento de troca, uma experiência rica na maternidade. SIMPLESMENTE AMOR.”

Dalva e Mariana - Maternidade no Divã

Dalva & Mariana

 

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