Maternidade no Divã | Psicologia, Maternidade e Desenvolvimento infantil <data:blog.pagetitle/>

Decoração de Festa - Monster High

dez 22

Recentemente fui à festa de 4 anos da Rafa, cujo tema foi Monster High. Fiquei encantada com a decoração que a mamãe dela preparou! Super prendada, ela mesma decorou tudo. Foi ao centro da cidade (Rio) e comprou um monte de coisas temáticas para compor o cenário perfeito! Pedi sua autorização para colocar as fotos aqui e, quem sabe, inspirar você que está com receio de gastar muito na festa do seu filho, mostrando opções baratas e lindas para a decoração.

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Monster-High Maternidade no Divã x

Muito legal, né? Fiquei surpresa quando ela me contou que foi ela quem preparou tudo!!

Além das fotos da festa que fui, peguei outras ideias de decoração do mesmo tema no site que já falei aqui no blog, Kara’s Party Ideas.

©Little Rag Dolls

©Little Rag Dolls

©Rbk Photography

©Rbk Photography

©Maria Olivia Campos

©Maria Olivia Campos

Peguei a descrição do Wikipedia para você que não faz ideia do que é Monster High:Monster High é uma franquia de bonecas da moda americana criada pela Mattel em Julho de 2010. Os personagens são inspirados em filmes de monstros, suspense e ficção científica que as distinguem da maioria das bonecas da moda. “

Meu filho chupa dedo, e agora?

dez 19

Chupar dedo ou chupeta é chamado de hábito de sucção não-nutritiva. O ato de sugar satisfaz o bebê afetivamente e gera um sentimento de prazer e de segurança. Esse hábito pode começar desde a vida intra-útero – alguns pais contam que conseguiam ver o filho chupando dedo no ultrassom.

Alguns fonoaudiólogos dizem que, em geral, chupar dedo pode ser mais nocivo que chupar chupeta, uma vez que a chupeta pode ser jogada fora, esquecida, tirada pelos pais, enquanto o dedo está sempre disponível – tornando-se um vício mais difícil de ser retirado. Chupar dedo pode alterar a arcada dentária e fazer a criança respirar pela boca, pois deixa sua musculatura oral flácida. Essas questões podem ocasionar disfunções no sono e atrapalhar o desenvolvimento da fala.

© Emma Kim/cultura/Corbis

© Emma Kim/cultura/Corbis

Geralmente a criança deixa de chupar dedo naturalmente. Entretanto é possível que os pais tomem algumas medidas para evitar que esse hábito se prolongue durante a infância. Se o pequeno levar a mão à boca enquanto dorme e os pais estiverem perto, devem retirá-la com cuidado. Se a criança chupa dedo também durante o dia, enquanto está acordada, é essencial que os pais procurem substituir atividades em que ela fica de mãos vazias, por outras mais criativas como desenhar com lápis, giz, tinta, montar objetos, brincar de massinha de modelar. É interessante que os pais observem em quais situações a criança leva a mão à boca, assim poderão impedir mais facilmente, além de compreender quais circunstâncias geram mais ansiedade e medo, e poder conversar sobre isso com elas.

Brigar ou colocar substâncias com sabor/aroma fortes (como pimenta) no dedo são medidas que não funcionam, além de poderem piorar o hábito. Discutir ou reclamar com a criança desencadeará mais ansiedade o que culminará no dedo na boca. Os pais devem proporcionar à criança um ambiente seguro e tranquilo, para que aos poucos ela possa substituir o hábito de chupar dedo para outras atividades que use as mãos.

Se o pequeno não abandonou esse hábito com o passar do tempo pode ser útil levá-lo a um profissional. Crianças mais velhas devem ser levadas a um fonoaudiólogo, que em sua avaliação verificará a necessidade de um encaminhamento ao psicólogo.
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Leia sobre o uso da chupeta aqui.

Pré-natal e parto na Irlanda - Depoimento

dez 17

Depoimento da Tatiana, mamãe do Billy.

Tatiana grávida

Tatiana grávida

Eu engravidei na Irlanda, onde também tive meu bebê, e tive uma experiência incrível de pré-natal e parto.

Eu suspeitei que estava grávida, fiz um teste de farmácia que deu positivo e foi aí que fui descobrir o que precisava fazer. Conversei com algumas amigas que tinham filhos e logo de cara percebi que na Irlanda, ao contrário do Brasil, o parto normal/natural era o preferido e o mais procurado.

As maternidades são públicas, e você deve ir à maternidade designada para a área onde mora. Você se “inscreve” na maternidade e escolhe acompanhamento com parteira ou médico. Eu não entendi isso, e acabei iniciando o acompanhamento com um médico. A consulta foi terrível! Durou 5 minutos, durante os quais o médico ouviu o coração do bebê e disse pra eu controlar o peso. Saí da consulta chorando, uma enfermeira veio conversar comigo e me passou para o atendimento com parteira. Voltei depois de 2 semanas para a consulta seguinte e amei. A parteira me deixou ouvir o coração do bebê, fez várias perguntas, conversou, explicou muita coisa, e daí para a frente foi uma maravilha. O primeiro exame de fato é o ultrassom morfológico, que é feito somente após 12 semanas completas de gestação, pois o aborto é ilegal na Irlanda.

Da 12ª semana até a 36ª semanas, temos consulta a cada duas semanas com a parteira. Nas consultas ela checa o açúcar na urina, verifica pressão e peso da mãe, ouve o coração do bebê, apalpa a barriga e conversa. Nesse tempo, a mãe pode preparar um “plano de parto”, onde ela indica todas as suas preferências, como: não quer anestesia, não quer episiotomia, cesárea somente em risco para o bebê, quer música, quer parto de cócoras etc. Esse plano de parto é feito em 2 cópias: uma é entregue à maternidade, e uma fica com a mãe, que o leva no dia do parto.

A partir da 36ª semana, as consultas são semanais se tudo estiver OK. O parto é esperado para a 38ª semana de gestação. Na 37ª semana, Billy encaixou e teoricamente tudo estava caminhando para o parto a uma semana. Mas chegamos na 38ª semana e: nada. Nenhuma contração, nenhum sinal. As consultas passam a ser a cada 3 dias daí em diante, e na Irlanda espera-se até a 42ª semana de gestação antes de interferir.

Vimos chegar e passar as 39ª, 40ª e 41ª semanas e: nada. Na consulta da semana 41, a parteira teve “a conversa” comigo. Talvez eu precisasse passar ter uma cesárea. Eu realmente não queria uma cesárea. Eu não me dou bem com remédios, anestesia, e tinha medo de como seria. Nessa consulta, a parteira estimulou o colo do útero, um procedimento doloroso onde ela pressiona o o colo do útero com os dedos, na intenção de iniciar a dilatação.

Três dias depois: nada. A parteira novamente falou sobre cesárea. Saí da consulta muito triste. Como eu também estava fazendo acompanhamento com minha homeopata durante toda a gestação, liguei para ela nesse dia, chorando. Ela me receitou um remédio que estimularia o trabalho de parto se, e somente se, o colo do útero estivesse realmente pronto para o parto. O remédio era em três doses, a serem tomadas uma na mesma noite da conversa, uma na manhã seguinte e uma na noite seguinte. E aí nada mais poderia ser feito.

Tomei a primeira dose e acordei na manhã seguinte com a sensação de estar molhada. Levantei da cama para descobrir que minha bolsa tinha estourado e foi como nos filmes: uma cachoeira que alagou o quarto! Fui direto para o hospital, onde fiquei monitorada por 1 hora. Como eu ainda tinha muito líquido e o bebê estava bem, me mandaram de volta para a casa. Mas somente é permitido permanecer 24 horas com a bolsa estourada, portanto agendaram minha internação para a manhã seguinte. Se o parto não iniciasse, eles induziriam (que é usar a oxicitocina para estimular dilatação e contrações).

Fui para a casa, passei o dia bem, tomei o remédio homeopático e esperei. Acordei 4h com contrações, leves e espaçadas, e fomos novamente para a maternidade. Fui internada às 9h da manhã de 24 de julho de 2010. Eu tive dilatação, mas após 2 horas ela chegou a apenas 5 cm, e a parteira decidiu induzir o parto. O soro com oxicitocina foi colocado por volta das 11h. Às 11h30 eu tinha tanta dor e contrações tão fortes, que pedi um analgésico. O pai do Billy havia sido treinado no kit homeopático de parto e ministrou 2 remédios entre esse momento e a dilatação completa. Por volta de 13h eu já tinha dilatação completa. O parto começou a ser preparado, e Billy nasceu às 14h15 do mesmo dia. O parto foi natural, sem nenhum anestésico ou gás e sem episiotomia, e eu me lembro de todo o parto ativo.

Baby Billy

Baby Billy

Quando a criança nasce, antes mesmo de cortarem o cordão umbilical, ela é colocada no peito da mãe para um abraço e contato, e eu jamais esquecerei este momento. Billy não chorou, fazia apenas um som parecido com “é”, estava calmo, e eu também.

A criança não é limpa pelas enfermeiras, que apenas a vestem enquanto uma ginecologista vê se algum cuidado é necessário com a mãe. Feito isso, mãe e criança vão para o quarto. O bebê fica no quarto com a mãe, em um bercinho ao lado da cama, e em nenhum momento mãe e bebê são separados. A mãe pode pedir separação, se quiser por exemplo dormir ou descansar, mas isso é exceção. Geralmente ficam apenas uma noite no hospital, mas como eu tive reação à oxicitocina e ao antibiótico tomados, fiquei em observação por 2 noites.

(Nota: Eu cogitei ter parto em casa, na água, mas desde o início da gestação fui desaconselhada pelas parteiras porque esperavam um bebê grande, e isso pode gerar complicações. Realmente, Billy nasceu com 4,250 kg e duas parteiras atenderam o parto, uma precaução da maternidade para bebês muito grandes não correrem risco de “escorregar” (MEDO!) das mãos da parteira. Como também precisei de indução, em casa eu teria muito provavelmente tido um parto bem longo (tenho amigas que ficaram mais de 24h em trabalho de parto) ou então teria ido às pressas para a maternidade. Acredito que fiz a escolha certa, mas não descarto a possibilidade de um parto em casa no futuro.)

Férias! Atividades ao ar livre

dez 15

As férias escolares chegaram! Junto com a alegria da criançada, vem a ansiedade dos pais, que com os pequenos em casa o dia inteiro muitas vezes ficam sem ideias de atividades para distraí-los.

O Divã traz algumas brincadeiras criativas para que seu filho aproveite seu tempo livre ao ar livre. E, não se esqueça, você também pode se jogar nas atividades e curtir esse tempo com as crianças!

- Estimular que os pequenos pratiquem atividades ao ar livre. Você pode ensinar suas brincadeiras favoritas na infância, como: polícia e ladrão, pique-bandeira, queimado, pega-pega e suas variações. Incentivar os pequenos a deixarem os video-games de lado e aproveitarem as férias. Crianças de todas as idades gostam de correr!

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© istockphoto.com / Catherine Yeulet

- Jogar bexiga de água: encher as bexigas com água, colocar roupa de banho nas crianças, e promover um “voleixiga”- volei com bexigas com água! Super refrescante no verão!

- Chá da Tarde: Convidar as amiguinhas para uma tarde divertida que pode acontecer em um parque, no gramado do condomínio, no quintal ou no play do prédio! O essencial: convidados para comer as guloseimas! As crianças podem levar suas bonecas favoritas ou bichinhos de pelúcia para se juntarem à turminha. O lanche não precisa ser algo muito elaborado: sanduíches, cupcakes e sucos já fazem a alegria da criançada!

- Gincana: não é necessário ser monitor de acampamentos para saber várias brincadeiras de gincana - corrida de sacos, corrida do ovo (com a colher na boca equilibrando um ovo cozido), cabo de guerra, cabra-cega, dança das cadeiras… ufa! Tem brincadeira pra todos os dias!!

- Pular corda ou pular elástico. Quem não adorava?

- Jogos na piscina: Quem tem piscina à disposição e crianças que saibam nadar (atenção!!!) pode usar esse espaço super agradável, principalmente no verão, para entreter os pequenos. Algumas atividades na piscina você encontra aqui.

- Caça ao tesouro: crie pistas em uma ordem - cada pista deve levar para outra pista, e a última levará ao tesouro. Distribua as pistas em uma área delimitada. Escolha o nível de dificuldade das pistas de acordo com a idade dos participantes. O tesouro não precisa ser nada elaborado; o que a criançada adora é decifrar os enigmas e desafios ao longo da brincadeira!

- Amarelinha: Pegue um giz colorido e ajude as crianças a desenharem uma amarelinha no chão. Você pode substituir os quadrados tradicionais por formas diferentes como carros, corações, borboletas e outros designs que sejam do gosto da criançada.

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Você encontra mais de 100 ideias de brincadeiras aqui e também aqui.

“Smash the Cake” - Ensaio Fotográfico

dez 13

Smash the Cake já é uma sensação nos EUA e virou febre no Brasil! Mas… você sabe o que é isso?

É um ensaio fotográfico, feito geralmente em comemoração ao primeiro aniversário do bebê, no qual a criança pode se lambuzar à vontade e esmagar/destruir um bolo confeitado. A reação dos bebês diante do bolo é incrível, e o ensaio vira uma ótima recordação para os pais, pois as fotos ficam muito lindas!!

É um momento muito divertido em que a criança pode fazer algo que ADORA: bagunça!! É uma oportunidade para os pais interagirem com o filho e “se jogarem” na brincadeira também, se lambuzando e incentivando o bebê a brincar.

Muitas vezes é a primeira vez que a criança prova açúcar, e é incrível ver sua reação: caretas, sorrisos e muita festa!! Mas, para aqueles que ainda não querem inserir o açúcar na alimentação do pequeno, existem opções de bolos feitos só com frutas que também servem para o ensaio. O indispensável é que o bolo seja bem colorido!

Confira algumas fotos para se inspirar e, quem sabe, se animar para fazer com seu baby!

©KristeenMarie

©KristeenMarie

©Elizabeth Frederick

©Elizabeth Frederick

© Elizabeth Frederick

© Elizabeth Frederick

SW Fotografia 01

©SW Fotografia

©Cacau Querino

©Cacau Querino

Vanessa Atalla 01

© Vanessa Atalla

© Daniela Falasca

© Daniela Falasca

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