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A história de Izabel e Francisco

ago 17

Meu nome é Izabel Martins, tenho 31 anos recém completados, sou casada há quase 10 anos com o Mauro Sérgio de 42 anos. Conheci meu marido de uma forma mágica, digna de história de um filme de romance, noivamos e nos casamos em 5 meses, e o que parecia sonho se tornou um pesadelo.

Nos primeiros meses de casados ele me confessou que não poderia ter filhos, apesar de já ser pai. Havia feito uma vasectomia aos 29 anos de idade. O mundo parecia ter desabado na minha cabeça, não tinha mais certeza se poderia manter aquele relacionamento, abrir mão de um sonho… não rendia mais no trabalho, andava depressiva, pois achava que não haveria jeito…

Como a base de tudo era a informação resolvi pesquisar sobre o assunto e descobri histórias de sucesso mesmo após a vasectomia, enfim uma luz… Passado o baque da notícia e com a cabeça mais fria eu e meu esposo resolvemos pesquisar sobre o tratamento e marcamos consulta na primeira clínica que nos foi recomendada. O tratamento seria caro, mas já nos imaginávamos felizes com nossos filho(a) nos braços, então nada mais ali nos importava.

Após muitas consultas, exames, medicações e muito, muito dinheiro, nos deparávamos com o primeiro negativo que, até então, não nos tinha sido informado sobre o risco. Mas, persistentes, prosseguimos para mais uma tentativa, também negativa, e foi aí que começamos a longa batalha!

O lado financeiro já não estava dos melhores, mas estávamos dispostos a realizar aquele sonho. Tentamos a reversão da vasectomia, após 2 anos de monitoramento, veio a confirmação de que não havia dado certo. Nova fertilização, resultado indeterminado prosseguindo para negativo… Abri mão do emprego, abrimos mão de bens adquiridos até ali, fizemos mais três tratamentos consecutivos… o negativo nos perseguia. Até então havíamos feito 7 tratamentos sem sucesso.

Nos encontrávamos cansados, desiludidos, endividados, e nos perguntamos será que valeria a pena? SIM… o que não valeria a pena era sofrer por algo que desistimos. Tiramos um tempo para nos recompor, nos estabilizar e nos preparar. Novamente, era hora de enfrentar a rotina de exames, viagens, medicações, porém daquela vez parecia diferente, estávamos serenos, confiantes… mas com o pé no chão. Me entreguei na fé e me preparei, e fui surpreendida com a ótima resposta que tivemos naquele tratamento.

Apesar de parecer tudo maravilhoso, eu enfrentava ali a Hiperestimulação ovariana, que é a resposta exagerada à indudores de ovulação, repouso, medicações e me recuperei, transferimos 2 embriões naquele ciclo, e graças a Deus recebemos, então, o tão esperado POSITIVO!!!! Tudo era divino e comemorado, queria sentir enjoos, desejos, sono… mas a gravidez parecia tão tranquila que nem os sintomas típicos eu sentia.

Passada a euforia, os primeiros exames mostraram que eu tinha placenta prévia, nada preocupante até então, apenas certos cuidados. A placenta normalizou, porém descobrimos a incisura bilateral das artérias uterinas, que é a pressão alta do sangue que corre do corpo da mãe para o feto na placenta. Mas com exames de rotina não teria o que temer, já que a minha sáude estava ok em relação a pressão. Mas, ao comparecer a uma consulta de rotina, fui surpreendiada com a notícia: O bebê teria que nascer o mais rápido possível!!! Meu mundo caiu… como assim? Eu estava apenas na trigésima semana de gestação, o quartinho não estava pronto, o enxoval, o chá de bebê que sequer havia sido marcado, e minha gestação iria terminar alí? Ficamos anestesiados, eu só sabia chorar no ombro de minha mãe, ao telefone com uma amiga.

A indicação para a interrupção da gravidez era porque o feto estava muito abaixo do peso, o que significava que ele não estava recebendo os nutrientes necessários, e estava em sofrimento fetal. Fui preparada para o luto, ouvia os médico me falarem da extrema prematuridade do meu bebê e dos riscos que teria o parto tão prematuro, das possíveis sequelas, cada palavra era uma facada no peito… como poderia uma gravidez tão esperada terminar assim? Fui internada e comecei a receber doses de corticóides para amadurecimento do pulmãozinho tão prematuro.

No início do terceiro dia de internação fui conduzida ao bloco cirúrgico, meu marido que estava a trabalho fora da cidade ainda não havia chegado, tive então a companhia de minha mãe. As lágrimas deram lugar à esperança, eu só pensava na vida do meu bebê, e aquele momento que havia sido planejado com fotos e sorrisos era mera lembrança, lá estava eu na mesa de parto segurando a mão de minha mãe que apenas rezava, rezava, rezava…

Às onze horas e dez minutos do dia quinze de novembro de dois mil e doze nascia o meu sonho; Francisco veio ao mundo com um quilo (1kg), e 37 centímetros. Deu um choro que hoje ao fechar os olhos posso ouvir nítidamente, o som que medeu força naquele momento. Foi entubado rapidamente, havia 3 circulares do cordão no pescoço dele e só pude vê-lo no segundo dia. Tão pequeno, tão frágil e mesmo tentando segurar, minhas lágrimas caiam toda vez que eu me debruçava na encubadora para vê-lo.

Em 45 dias de internação na UTI, o sobrenome do meu filho era superação - cada grama de peso ganho, cada respiaração que ele conseguia dar sem a ajuda dos aparelhos, cada ml de leite que ele conseguia digerir. Jamais me esquecerei da primeira vez que o peguei no colo, que o amamentei no seio.

Hoje Francisco tem um ano e oito meses, é um menino saudável, esperto e sem qualquer sequela, fala, anda, corre, brinca. Olhando para trás só posso agradecer a Deus pelo caminho de pedras que ele me fez passar para que agora eu possa descansar nas nuvens. Tudo valeu a pena, não há dinheiro ou qualquer bem que pague a realização deste sonho, não há nada que pague ver a superação de alguém que mesmo tão pequenino luta e vence as próprias barreiras. Deus é perfeito, a MATERNIDADE é o dom mais sublime e divino que existe na face da terra. Hoje sou a mãe, sou a mulher, sou a pessoa mais feliz do mundo.

Ser feliz independe de riqueza material, ser feliz é buscar a realização dos próprios sonhos, é tentar sempre!!!!

Francisco

Francisco

Amamentação na UTI Neonatal

out 10

Depois de diversos depoimentos sobre amamentação e da última história da Marília, hoje o post é sobre a amamentação na UTI Neonatal.

Sabe-se que o melhor alimento para o bebê é o leite materno. Contudo, muitos dos bebês prematuros ou que apresentam desconforto respiratório não poderão ser amamentados no início da internação. A alimentação do bebê na UTI começa com soro glicosado na veia (nutrição parenteral), depois leite materno ou artificial através da sonda, seguido pela chuquinha (uma mamadeira pequena e fácil de ser sugada), e, por último, no seio materno. É importante que a UTI utilize leite materno para os prematuros, e que haja um banco de leite ou lactário que possibilite às mães armazenarem o leite.

Maldonado (1985) sugeriu que a interação entre a mãe e o bebê na situação de alimentação é o primeiro evento social na vida da criança. A questão da amamentação é um ponto importante na vida das “mães de UTI”. É comum ouvir delas grande insatisfação por não poderem amamentar seus filhos desde o início de suas vidas. Muitos dos bebês internados não são capazes de sugar, deglutir e respirar ao mesmo tempo. Por isso, são alimentados através de uma sonda que vai da boca até o estômago.

A maioria dos bebês ficam em “dieta zero” nas primeiras horas de internação, o que significa que ainda não está se alimentando de leite. Mesmo assim é importante que a mãe faça a ordenha para evitar que tenha problemas no seio e para que a produção seja mantida até que o recém-nascido possa recebê-lo. É comum ouvir reclamações das mães quanto à extração do leite quando seus bebês ainda não estão sendo alimentados. Muitas se entristecem por terem que jogar fora o leite retirado e ficam desanimadas a irem ao lactário. “Por que vou tirar leite se meu filho ainda não pode se alimentar dele?” é uma questão frequente nos primeiros dias da internação do bebê.

O ambiente do lactário é geralmente descrito como frio e pouco acolhedor. É comum que nos primeiros dias a produção de leite seja pequena, ainda mais quando o parto foi cesariana e prematuro. Por vezes as mães não conseguem retirar nada nas primeiras idas ao lactário, o que gera mais uma vez a sensação de serem mães incapazes, ruins e insatisfatórias para seus filhos. É importante que a mãe saiba que a maioria das mães começaram como ela, tirando pouco, e que a produção vai aumentando com o tempo. É essencial uma conversa sobre o lactário, alimentação e amamentação com as mães para que se reduza a culpa e que ela conheça dados de realidade de um contexto que é desconhecido pela maioria.

É sabido que as emoções afetam a produção de leite materno, através de mecanismos psicossomáticos específicos. Tranquilidade, calma e confiança são fatores que favorecem bom aleitamento. Por outro lado, medo, fadiga, dor, ansiedade e depressão podem provocar fracasso na amamentação. Além disso, um ambiente favorável é de extrema importância, transmitindo apoio e encorajamento. Sendo assim, principalmente na UTI, a postura da equipe de saúde é um ponto que influencia muito na decisão e na continuidade de amamentação. Deve-se oferecer informações e apoiar a mãe que deseja amamentar, mesmo que no início seu leite não seja fornecido diretamente do seu seio para o bebê.

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Fonte:

MALDONADO, M. T. P. Psicologia da gravidez. Petrópolis : Vozes, 1985.

A história da Sofia

ago 29

Mamãe: Alessandra

Bebê: Sofia

Data de nascimento: 16 de março de 2012

Peso de nascimento: 730g

Sofia no colo da mamãe, aos 8 dias de vida, pesando 680g

“Minha gestação foi super planejada! Engravidei de Sofia depois de passar por dois abortos. Após uma série de exames, foi descoberta uma incompatibilidade sanguínea entre mim e meu marido e fiz um tratamento com vacinas feitas do sangue dele. Além disso, tomava uma injeção subcutânea na barriga diariamente para evitar coagulação. A gestação estava sob controle, pois tinha o acompanhamento do obstetra, nutricionista, cardiologista e fazia hidroginástica.

Em decorrência de um sangramento, fui direto à maternidade e fiquei internada com o diagnóstico de um hematoma externo a placenta. O motivo? De acordo com a equipe médica, a tal da incompatibilidade sanguínea. Tentamos prolongar a gravidez, mas meu organismo não aceitou. Sendo assim, tivemos que interromper a gestação, pois minha filha entrou em sofrimento. Quando Dr. Silvio Rios (o anjo na minha vida) me disse: “Vamos ter que tirar a Sofia e colocá-la num útero artificial. Aqui fora ela vai se desenvolver como se tivesse dentro de você.” Como assim? Apesar do enorme baque, sempre confiei na competência dele e acima de tudo SEMPRE CONFIEI EM DEUS. Ligamos para os familiares que ficaram assustados! Mas em poucas horas, a maternidade já estava cheia de familiares e amigos dando o MAIOR APOIO!

Em 16/03/2012 numa sexta-feira chuvosa às 22h09min, Sofia chorou e eu DESABEI em lágrimas de FELICIDADE! INEXPLICÁVEL o que eu senti por aquela menina cheia de personalidade, vontade própria e atitude que nasceu de 27 semanas e três dias pesando 730 gramas medindo 33 cm.

A vida na UTI neonatal não é nada fácil. Foram 77 dias intensos vivendo emoções JAMAIS vividas. A sensação era que te colocaram amarrada dentro de uma montanha russa sem freio e você sente MEDO, mas MUITO MEDO….Voltar para casa e deixar sua filha em uma incubadora, entubada, com acessos nas veias, monitoramento cardíaco e respiratório foi a MAIOR BATALHA que travei na minha vida. Nesses dias repensei os meus conceitos, pedi PERDÃO pelos meus pecados, REZEI infinitamente e pedi que DEUS fosse MISERICORDIOSO comigo. Com a competência de uma equipe composta por técnicas de enfermagem, enfermeiras, fisioterapeutas, psicólogas e médicas mais otimismo, pensamento positivo e FÉ, mas MUITA FÉ, VENCEMOS essa batalha. Deus foi muito BONDOSO, pois me ABENÇOOU com o MEU MAIOR E MELHOR PROJETO DE VIDA: SOFIA!

A pequena guerreira vitoriosa nos deu uma lição de vida e mostrou que devemos ser mais agradecidos ao simples ato de acordar, respirar, olhar, ouvir, andar, sorrir, chorar, ser menos ansiosos, mais pacientes, ter mais compaixão com o próximo e principalmente que o tempo divino é diferente do nosso e que DEUS está sempre no controle. Só POSSO e só DEVO AGRADECER o resto da minha vida por esse PRESENTE DIVINO. 2012 foi o ano do paradoxo, pois ao mesmo tempo em que foi o ano mais feliz da minha, foi o ano mais angustiante! Um mix de choro x riso / tensão x alívio / incerteza x certeza / tristeza x alegria / escuridão x luminosidade, mas REPLETO DE ESPERANÇA E MUITA FÉ!

Descobri que ser MÃE é ser contagiada pelo o amor “dos Is”! É isso mesmo, o amor maternal é Inexplicável, Incondicional, Imensurável, Irracional, Incrível, Incontrolável, Inenarrável, Inigualável, Infindável… Sofia é o NOSSO PEQUENO MILAGRE super saudável sem sequelas toda serelepe com 1 ano e 3 meses.”

A comunicação particular dos bebês prematuros

ago 22

Por ter nascido antes do tempo previsto, o recém-nascido é exigido a ter respostas especiais ao que lhe é oferecido pelo mundo externo que permitam sua sobrevivência ou a estabilidade de seu estado clínico. O bebê prematuro se depara com diversas exigências de processos fisiológicos, como manter a temperatura corporal, respirar, sugar, engolir. Por necessitar privilegiar a manutenção biológica, esse bebê tem um investimento menor de respostas a partir das estimulações sociais e afetivas enviadas pelo ambiente cuidador: pais e equipe. Essa comunicação particular dos bebês prematuros é capaz de fortalecer o movimento de negação do nascimento por parte das mães. Já que esses bebês, por causa da idade gestacional e da maturidade própria de seu desenvolvimento, apresentam padrões distintos de respostas dos bebês nascidos a termo. Qualquer manuseio pode cansar o recém-nascido prematuro, que se encontra inteiramente voltado para sua auto-regulação. A comunicação dos bebês prematuros é peculiar, uma vez que eles apresentam padrões distintos de respostas dos bebês que nascem a termo (MARSON, 2008). É comum ver as mães passarem horas olhando para seu bebê na incubadora, procurando ao menos um sinal que mostre que ele a reconhece. Nos primeiros dias a mãe pode sentir-se desconfortável, uma vez que seu bebê não interage muito, mas com o passar tempo ela aprenderá a decodificar e decifrar os sinais de comunicação do seu bebê.

É comum que os pais dos bebês internados suponham que ocupam um papel secundário na internação do filho. Essa falsa impressão se deve à crença de que o neonato está sobrevivendo graças à equipe médica ou em função dos aparelhos. Sendo assim, os pais podem ter a ideia de que não são necessários para o bebê. Somada a isso está a frustração com as escassas respostas do recém-nascido ao ambiente, sua economia de sinais interativos. (BRAGA & MORSCH, 2003)

Mas calma! Depois de um tempo que o bebê está internado as coisas melhoram: a mãe passa a sentir-se mais confiante e presente na vida de seu filho. Começa a se comunicar melhor com seu bebê, e muitas vezes é ela quem traz informações importantes sobre o estado dele. É frequente que a mãe note algo diferente no seu bebê até antes da equipe. A maioria das mães tem uma relação muito estreita com seus bebês, o que faz com que os médicos levem em conta todas as observações que ela faz acerca de seu filho.

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Fontes:

BRAGA, N. A. e MORSCH, D. S. Os primeiros dias na UTI. Em: Quando a vida começa diferente: o bebê e sua família na UTI Neonatal / Maria Elizabeth Lopes Moreira, Nina de Andrade Braga e Denise Streit Morsch (orgs) – Rio de Janeiro : Editora FIOCRUZ, 2003.

MARSON, A. P. Narcisismo Materno: quando meu bebê não vai para casa… Em: Rev. SBPH v.11 n.1 Rio de Janeiro jun. 2008.

 

O nascimento do bebê prematuro

jul 25

O bebê prematuro é aquele que nasce com a idade gestacional inferior a 37 semanas. Quando ele nasce, rompe a possibilidade da mulher exercer o papel de mãe no primeiro momento do nascimento, uma vez que ele precisa de outros cuidados para que consiga sobreviver. Uma situação como essa produz muita dor, e a recuperação pode ser difícil e lenta. (MARSON, 2008) Na maior parte dos casos de partos prematuros, o médico toma uma decisão com urgência para salvar a vida da mãe e do bebê. Esse parto antecipado perturba os projetos e os sonhos dos pais, que previam um dia calmo e sereno para a chegada de seu filho. Além disso, o filho nascido em meio a pânico e imprevistos, lhes é arrancado de forma brusca pelos médicos e levado à Unidade de Terapia Intensiva. Esse momento é vivido de forma triste e frustrante, assim como receber alta da maternidade sem poder levar o filho pra casa (MATHELIN, 1999). É necessário esclarecer que nem todos os bebês internados nas UTIs Neonatais estão doentes. Frequentemente eles estão lá apenas para ganhar peso, crescer e se capacitarem para respirar, sugar e deglutir sozinhos. Se o instinto materno não ocorre por si só, podemos pensar que no contexto da UTI ele demora ainda mais para aparecer. Ao ver seu bebê sendo cuidado por outra pessoa, a mãe pode sentir-se culpada e inferiorizada, incapaz de cuidar do seu próprio filho. Dentro da incubadora, outras mãos trocam a fralda e alimentam o bebê que nos seus sonhos deveria estar em casa, sob seus cuidados. Mas, calma! Tudo isso pode ser reparado. Apesar dos desencontros que acontecem nessa fase, a mãe é capaz de se vincular ao bebê, e ele a ela. O prejuízo que o contexto pode causar não é irreversível, de forma alguma! Além disso, mesmo com toda a necessidade do cuidado médico, a mãe é peça-chave para a recuperação do bebê. * Fontes: MARSON, A. P. Narcisismo Materno: quando meu bebê não vai para casa… Em: Rev. SBPH v.11 n.1 Rio de Janeiro jun. 2008. MATHELIN, C. O sorriso da Gioconda: clínica psicanalítica com os bebês prematuros. Rio de Janeiro : Companhia de Freud, 1999.