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Evite o parto agendado, escolha o #PartoAdequado.

jan 20

Uma campanha idealizada pelo Projeto Parto Adequado, que visa à melhoria na prática obstétrica no Brasil, reforça a preocupação quanto à realização de cesáreas desnecessárias e busca sensibilizar gestantes e profissionais de saúde para que evitem o parto agendado. A ação é coordenada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Hospital Israelita Albert Einstein e Institute for Healthcare Improvemente (IHI).

Com o tema Não ao Parto Agendado, as mensagens que estão sendo disseminadas pelas mídias sociais dos integrantes do projeto pedem que se evite a realização de cesáreas antecipadas e desnecessárias, numa época em que, devido às férias, festas de fim de ano e carnaval, é notório o incremento no número de partos cirúrgicos, levando à prematuridade dos bebês.

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A mensagem-chave da campanha é: Respeite o tempo do seu bebê. Para o nascimento, não há feriado: evite o parto agendado, escolha o #partoadequado.

Através das mídias sociais, estão sendo divulgadas, regularmente, informações que abordam as vantagens e os mitos relacionados ao parto normal e destacam a importância de práticas baseadas em evidências científicas. A iniciativa também visa estimular o engajamento das equipes de saúde atuantes nos hospitais participantes do projeto Parto Adequado e demonstrar e difundir as mudanças na assistência prestada por essas instituições.

“O Hospital, como líder clínico do Projeto, se preocupa com a educação e a informação das pacientes sobre as vantagens de se aguardar o termo da gestação e, de preferência, aguardar o início do trabalho de parto, períodos em que o bebê está maduro, diminuindo várias complicações, como as pulmonares, icterícia, capacidade de manter a temperatura, capacidade de sucção para que se estabeleça uma boa amamentação”, afirma Miguel Cendoroglo Neto, diretor superintendente do Einstein.

Fonte: Blog da Saúde

DIA MUNDIAL DA DIABETES – 14 DE NOVEMBRO

nov 14

Diagnóstico precoce e hábitos saudáveis são os principais aliados contra a doença

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Hoje comemora-se o Dia Mundial da Diabetes - data criada para chamar a atenção da sociedade para essa doença que é uma das principais causas de morte cardiovascular.

Um exame simples realizado em laboratório de análises clinica para medir o nível de glicose no sangue, chamada glicemia (aleatória ou de jejum), é uma das mais importantes armas para diagnosticar o Diabetes Mellitus. O teste da glicemia capilar, feito a partir de uma gota de sangue tirada da ponta do dedo, é um procedimento ainda mais simples e permite medir instantaneamente o nível de glicose no sangue.

Diabetes é uma doença crônica, que não tem cura, mas que pode ser controlada por meio de medicamentos, alimentação balanceada e atividade física. Por isso, o acompanhamento médico e a realização de exames periódicos – principalmente para quem tem histórico familiar da doença ou apresenta excesso de peso - são fundamentais para um diagnóstico precoce e tratamento adequado desde o início, visando à prevenção das complicações.

Não controlado e em estado avançado, Diabetes pode levar à cegueira, acidente vascular cerebral (AVC), infarto do miocárdio, insuficiência renal e à amputação. Os adultos com diabetes têm risco de morte 1,5 vez maior que os demais na mesma faixa etária.

“A prevenção é fundamental”, diz Vivian Estefan, endocrinologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos. Segundo ela, além do risco de morte provocado pela doença, o seu impacto na qualidade de vida dos pacientes é enorme em função de todas as possíveis complicações.

Existem 2 tipos de diabetes:
Tipo 1, que aparece normalmente na infância ou adolescência, em função de uma falha do sistema imunológico, que passa a entender a insulina como uma ameaça ao organismo e destrói as células que produzem o hormônio, originando uma deficiência total deste.

Tipo 2 (que corresponde a cerca de 90% dos casos), também chamado de familiar ou hereditário, aparece em geral após os 40 anos, em decorrência de obesidade, da falta de hábitos saudáveis de alimentação e sedentarismo. Neste caso, a produção de insulina encontra-se aumentada, porém existe uma resistência do organismo à sua ação.

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Fonte: Assessoria do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos.

As faces da Depressão pós-parto

out 11

Li uma matéria interessante no portal Parenting.com, escrita pela Hazel Burress. Decidi traduzí-la livremente para que vocês possam conhecer as diferentes faces da depressão pós-parto.

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Depressão pós-parto (DPP) pode ser uma coisa complicada, pois pode se apresentar muito diferente de como é retratada nos livros de psiquiatria. Pode ser difícil dizer se o que você está sentindo é normal. Muitas mulheres experimentam mais do que apenas sintomas como “perder o interesse nas coisas que você gostava” e “nenhum interesse no bebê”.

Depressão pós parto

iStockphoto/Thinkstock

Aqui estão algumas histórias de mães da vida real e que PPD parecia para eles:

Hazel
Hazel pensava na gravidez e no parto como uma ciência quando seu quarto bebê chegou. Mas quando cuidar tornou-se difícil e dormir tornou-se impossível, sua quarta experiência pós-parto começou a parecer diferente das outras três. Hazel amava seu recém-nascido e estava interessado nele, mas ela ansiava poder ir para um hotel por quatro dias, sem contar a ninguém onde estava. Depois de compartilhar seus sentimentos com as amigas, ela teve a coragem de contar ao seu médico. Ela ficou surpresa ao ouvir o diagnóstico de Depressão pós-parto, mas ficou contente por poder começar o tratamento e começar a sentir-se mais como ela mesma.

Ginny
Ginny chorava por tudo depois do nascimento de sua filha. Ela chorava quando estava feliz, e chorava quando ela estava triste. As lágrimas vinham do nada, e ela simplesmente não conseguia se livrar delas. A mãe de Ginny, com boa intenção, disse a ela que deveria ser um caso de “baby blues“, de modo que ela esperou mais algumas semanas para o choro diminuir. Mas isso não aconteceu. Quando ela finalmente contou seus sintomas para seu médico, ela recebeu tratamento para DPP. Ela passou as primeiras nove semanas de maternidade chorando, quando poderia ter recebido ajuda mais cedo.

Dani
Dani estava animada para ser uma mãe quando ela chegou em casa com seu filho. Ela não estava chorosa ou triste, mas ela tinha um desejo extremo de manter seu pequenino seguro. Tudo começou com ela não querendo levar seu filho para fora de casa. Então, ela não queria que ninguém viesse visitá-lo, porque as visitas iriam espalhar germes. Ela esterilizava as mamadeiras 2 vezes para cada mamada. Ela lavava as mãos tantas vezes, que elas começaram a descascar. No momento em que Dani finalmente percebeu que tinha um problema, ela estava tão obsessiva que levou meses para sua vida voltar ao normal.

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Você percebeu como a DPP pode se mostrar de diferentes maneiras? Se você estiver passando por algo parecido, ou conhecer alguem que esteja, busque ajuda!

Todo o conteúdo deste site, incluindo informações relacionadas à saúde, é apenas para fins informativos e não deve ser considerado um diagnóstico específico ou plano de tratamento para qualquer situação. O uso deste site e as informações contidas nele não cria uma relação médico-paciente. Procure sempre o aconselhamento individual de um profissional em relação a quaisquer dúvidas ou questões que você possa ter em relação a sua própria saúde física ou mental ou a de outras pessoas.

Depressão durante a Gravidez

ago 30

A depressão no contexto de gravidez não se resume apenas à depressão pós-parto. A depressão é uma doença e, se não diagnosticada e tratada adequadamente, pode ser muito perigoso para a mãe e pro bebê. A depressão pode ser tratada mesmo durante a gravidez e, se você sente que pode estar sofrendo desta condição, ou conhece alguma gestante que esteja passando por isso, procure ajuda com o médico assistente, que indicará um psiquiatra capacitado para tratar gestantes.

(Crédito: Eve Morcrette / Photononstop via AFP)

(Crédito: Eve Morcrette / Photononstop via AFP)

Uma depressão durante a gravidez não tratada corretamente pode levar a: má nutrição, ingestão de álcool, fumar, e até comportamentos suicida – que podem levar a: parto prematuro e problemas no desenvolvimento neurológico e cognitivo do bebê. Aqueles que nascem de mulheres que sofrem de depressão são normalmente menos ativos, menos atentos e são mais irritáveis do que os bebês que nascem de mães que não sofreram de depressão durante a gravidez. Por isso, é muito importante diagnosticar e tratar corretamente uma depressão na gravidez.

O tipo de tratamento depende da gravidade da depressão: se os sintomas forem leves ou moderados, pode ser possível tratar apenas com psicoterapia, terapias alternativas e acompanhamento psiquiátrico. No entanto, se uma mulher grávida estiver gravemente deprimida, usualmente é recomendado um tratamento psicoterápico e o uso de antidepressivos. Mesmo sabendo que os medicamentos ingeridos durante a gravidez chegam ao bebê através da placenta, nos casos de depressão na gravidez é uma questão de avaliar o risco/benefício do uso de medicamentos, algo que deve ser feito pelo psiquiatra em conjunto com o médico assistente.

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Xixi na cama: como reagir?

jul 21

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Uma noite, depois duas, depois três … quando não são mais acidentes isolados, temos de encarar os fatos: seu filho faz xixi na cama. E qual é a melhor forma de responder a essa situação?

A enurese (xixi na cama) pode ser de origem fisiológica ou psicológica… mas como saber por que seu filho faz xixi na cama? A melhor maneira de saber se o problema é de origem orgânica é consultar o médico. Só ele pode diagnosticar uma causa fisiológica para enurese infantil, como uma bexiga imatura ou diabetes, e propor a forma adequada de tratar.

Se nenhuma razão fisiológica for encontrada, é importante se perguntar: quando ele começou a fazer e quais eventos ocorreram neste período? Pode ter sido a chegada de um irmão mais novo, o divórcio dos pais ou uma mudança de escola. Qualquer mudança pode ser uma fonte de ansiedade para a criança. Se não conseguirem identificar nenhuma situação como essas, tudo bem! De qualquer forma é importante ficarem positivos e minimizarem a situação - crianças que fazem xixi na cama também sofrem com a situação, sentem-se envergonhadas. Por isso, nada de castigos ou punições!

Em muitos casos, consultar um especialista não é necessário porque o problema é pontual: não dura muito tempo. No entanto, é importante que os pais consultem alguém se sentirem que são incapazes de lidar com a situação.

(Texto baseado no artigo francês Pipi au lit: parents, comment réagir?)